10/9/09
O GOLPE DO INCENTIVO FINANCEIRO DO BANCO DO BRASIL
O GOLPE DO INCENTIVO FINANCEIRO
O governo FHC já havia decidido, não pagaria as dívidas da União ao Banco do Brasil – o Tesouro Nacional devia mais de R$ 12,5 bilhões ao BB -, pois pretendiam privatizá-lo e demitir funcionários, primeiro porque isto foi promessa do Fernando Henrique ao Mr. Camdessus do FMI, segundo porque escolheram e precisavam do dinheiro do Brasil para os financiadores da campanha presidencial, “doaram” pelo PROER trinta bilhões de reais do povo brasileiro aos banqueiros amigos, terceiro porque FHC odiava aos funcionários do Banco, pois soube ainda na campanha presidencial, Encontro dos Presidenciáveis na ANABB, pela divulgação irresponsável de pesquisa do voto do funcionalismo, intenção de voto pró Lula 47% e para FHC míseros 6%, quarto porque sabia que os funcionários do BB eram opositores da funesta política pública de FHC, demissões em massa, com apropriação indébita dos salários de aposentadoria dos funcionários das estatais, para saneamento financeiro das estatais e fundos de pensão, com o dinheiro roubado pagar dívidas trabalhistas e previdenciárias, tudo a fim de privatizar a preço de banana.
Montado nessas mentiras, vinganças e intenções espúrias, eleito Presidente da República, de forma autoritária, fascista, terrorista, despótica, nazista, FHC bradou: “NÃO PERMITIREI MANIFESTAÇÕES DOS FUNCIONÁRIOS DAS ESTATAIS CONTRA AS REFORMAS, A PUNIÇÃO SERÁ A DEMISSÃO SUMÁRIA” . (Autoritarismo, Folha de São Paulo, 26/03/1995).
FHC também vociferou: “O presidente Fernando Henrique Cardoso disse ontem, na cidade goiana de Anápolis (a 120 quilômetros de Brasília), que o Banco do Brasil teve um déficit de R$ 1,6 bilhão no primeiro semestre e previu a falência do banco se não for concluído o programa de demissões de funcionários”.
“Se não fizermos isso, daqui a pouco vamos para a falência“, afirmou Fernando Henrique. (Folha de São Paulo – Sem reestruturação, BB vai à falência, prevê FHC - 25/07/95)
Mentiras e manipulações descobertas: “Houve uma tentativa, do próprio presidente da República, de negar esses planos. Mas ele foi vexatoriamente desmentido pelo diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional, Michel Camdessus, que cometeu a inconfidência – em reunião com banqueiros internacionais – de anunciar as privatizações da CEF e do BB (uma inconfidência explicável: Camdessus quis mostrar aos banqueiros internacionais que o governo FHC obedece às ordens do FMI, para convencê-los a restabelecer o crédito para o Brasil…)”. Fonte: Aloysio Biondi em “A desmoralização dos bancos estatais”.
Lendo os brados, ameaças, previsões de falência de FHC acima, e lendo o Jornalista Aloysio Biondi, ressalta evidente que FHC mentiu talvez ao Camdessus ou à sociedade brasileira, consideramos pior, percebemos um FHC mentiroso ao FMI e ao Brasil, um inimigo do povo.
Porém, mentiras de FHC à parte e/ou contínuas, o Banco do Brasil era um tanto quanto IMPRIVATIZÁVEL, era inviável privatizá-lo por causa das suas dívidas e prejuízos.
Prejuízos decorrentes de uma folha de pagamento anual – mais de 150.000 funcionários, considerando 7.000 pensionistas - de R$ 6,5 bilhões, sendo que mais de R$ 2,5 bilhões despesas administrativas para pagamento dos 40.876 funcionários aposentados PRE-67, compromisso trabalhista do Banco do Brasil e do governo assumido desde 1947, inegável, porque sentenças da justiça trabalhista assim confirmavam.
Dívida previdenciária e trabalhista do BB e da União, cerca de R$ 10 bilhões com os mesmos funcionários e aposentados pré-67, para integralizar suas reservas junto a PREVI, compromisso adiado (20 anos da publicação do Decreto 81240/78, artigo 39 do decreto), mas que tinha prazo final e irrecorrível em janeiro de 1978.
No entanto, esta dívida que consideravam impagável, esta origem dos prejuízos do BB, o número real de funcionários e aposentados, valores pagos na FOPAG do BB, nada disto foi divulgado, e ESTAS FORAM AS CAUSAS REAIS, OS MOTIVOS ESPÚRIOS E PRINCIPAIS DAS DEMISSÕES ABUSIVAS E CRIMINOSAS EXECUTADAS PELO BB/PREVI E GOVERNO.
Janeiro de 1994, FHC ainda nem havia sido eleito presidente, mas era o Ministro da Fazenda que mandava no BB, os executivos do BB já trabalhavam num programa de redução de 30% dos cargos e funções do banco, o DRH030 – Direcionamento de Recursos Humanos, calibre 030, significa trinta por cento de cortes -, que foi posto em execução em dezembro de 1994.
E 30% de 143.000 funcionários do BB (inclusive aposentados e exceto 7.000 pensionistas), resultam 42.900 demissões previstas pelo DRH030. Quase na mosca, o livreto editado pelo BB sobre a “obra” do presidente P. C. Ximenes, período 1995/97, informou 42.897 demissões.
Depois, a partir de 1997 e até hoje, também porque a PREVI continuou a apresentar problemas financeiros e para não perderem o treino e prazer, demitiram mais 10.000 funcionários.
O mais cruel, desumano e discriminatório desses números, deste percentual de 30%, ou muito mais, aplicado na redução de cargos e demissões, é saber que TRINTA POR CENTO DOS FUNCIONÁRIOS DO BB ERAM ORIUNDOS DA CLASSE POBRE DO PAÍS, ARRIMOS DE FAMÍLIAS. Alguém pode adivinhar quem foram os demitidos?
Os planos e cálculos para resolver o problema do BB, da PREVI e da União já estavam definidos. Calcularam, além dos mais de 6.000 demitidos do BB no início dos anos 90, sob ameaças e coação, agora precisavam demitir, no mínimo, 43.000 funcionários que ingressaram no BB e na PREVI (adesão obrigatória) depois de 1967, os PÓS-67.
Abatê-los consistia em demiti-los e saqueá-los, a PREVI se apropriar indevidamente das suas contribuições, reservas matemáticas, salários de aposentadoria. Com seus salários de aposentadoria roubados quitar a dívida trabalhista e previdenciária do BB para com seus 40.876 funcionários mais antigos, integralizar as reservas deste grupo pré-67, pois esses não se haviam associado a PREVI e estavam protegidos por sentenças da justiça trabalhista, assim foram considerados inelegíveis ao PDV, OS PRÉ-67 ESTAVAM FORA DO PDV, INELEGÍVEIS.
Collor e FHC, nas suas propagandas com métodos nazistas, até poderiam chamar, também injustamente, aos pré-67 de marajás, inoperantes, privilegiados e vagabundos, pois recebiam altos salários, aposentados ou se aposentando permaneciam na folha de pagamento do BB, um compromisso assumido desde 1947, e mesmo sem querer seriam beneficiados, privilegiados com o golpe.
A turma de FHC, diretoria do BB, executores das demissões, presidente Paulo César Ximenes, diretores Edson Soares Ferreira, João Batista de Camargo, Ricardo Sérgio de Oliveira, Hugo Dantas Pereira, Ricardo Alves da Conceição e Carlos Gilberto Caetano, alguns hoje aposentados pela PREVI, também poderiam ser chamados por Collor e FHC de marajás e vagabundos, pior até, criminosos (assim nós os consideramos), pois foram condenados por gestão temerária, caso ENCOL. Ingressaram recursos, as penas seriam cumpridas em regime semi-aberto. Foi absolvido Jair Bilachi que, ironicamente e de acordo com a auditoria do banco, seria o único culpado.
Esta turma de FHC e os doutores contratados queriam mostrar à sociedade que as demissões seriam legais e legítimas. Além das mentiras e ilusões divulgadas através da mídia paga, a quadrilha idealizou e aplicou o “O GOLPE DO INCENTIVO FINANCEIRO”, pois os demitidos seriam vistos como “voluntários” e “indenizados” para saírem do BB, sociedade e justiça não aceitariam qualquer reclamação dos pedevistas.
Como fazer isto, sem gastar muito? O programa DRH030 já reduzira milhares de cargos e funções, o fechamento de agências e CESEC desmontavam o BB, elegíveis e disponíveis escolhidos pelo BB e PREVI não teriam como escapar às demissões.
E os “eleitos pelo BB e pelo governo para serem demitidos”, precisavam apenas dum “cala a boca” financeiro, e o dinheiro necessário a PREVI “emprestaria”, cerca de 900 milhões de reais (alguém pode entender como uma associação civil, entidade fechada de previdência privada, emprestou, pagou para perder associados, se não fosse para quitar dívidas?).
Acenaram com a montagem de Centros de Orientação de Carreira (na maior parte do Brasil esses COC nunca foram montados) “visando melhorar as condições para o retorno do funcionário ao mercado de trabalho, para criação de negócio próprio ou para outras opções” (balelas que não deram certo, porque num universo de 43.000 demitidos, dizem que conseguiram empregar somente dezesseis, não conseguiram empregar nem mesmo um por cada estado brasileiro).
Bolaram uma tabela de multiplicadores e multiplicador (1,25) do salário, cálculo complicado, engendrado há muito tempo para quem tinha pouco tempo em decidir sua vida, chamaram curiosamente de “prêmio pecúnia”, prêmio em dinheiro. Criativos! Fórmula “eu premio com R$ 1 e me aproprio indevidamente de R$ 10”.
Imaginaram outro “incentivo financeiro”, tipo dar com uma mão e tirar com a outra “MÃO GRANDE” uma mala de dinheiro, criaram e ofereceram uma “magnânima” concessão: “saque de 98% da reserva de poupança (contribuição pessoal) da PREVI em lugar dos atuais 50%” (assim constou no livreto do PDV).


















criado por schmaedeke
19:00:58 — Arquivado em: 

Caro Leandro Schmaedeke,
ESTA é a RADIOGRAFIA MALDITA do que ocorreu nos bastidores do bb/previ/governo.Muito apropriada para quem desconhece a VERDADE NUA E CRUA da saga dos DEMITIDOS DO BB.
edson pereira
MNDBB - Pernambuco
schmaedeke Reply:
setembro 15th, 2009 at 01:24:20
Caro Edson,
Radiografia maldita e resumida, você sentiu na carne e na mente tudo mais que fizeram BB, PREVI e governos, até nos detalhes sórdidos.
Abraço/Leandro
Comentário por edson pereira — sábado, 12 de setembro de 2009 @ 09:50:33
Caro Schmaedeke,
Você conta a “saga” de todos os demitidos do Banco do Brasil. Agora iremos à luta com muito mais disposição, depois de saber que nosso patrimônio, tão zelosamente “guardado” pela PREVI teve esta evolução de 1.245%. Vamos contatar, telefonar, enviar e-mails, buscar os colegas pedevistas, demitidos, pénabundistas, todos que não estão a par das notícias, ou que desistiram depois de ver que contra a influência dos bilhões do maior fundo de pensão da América Latina, não existem argumentos, nem justiça!
Esta fraude (bendita!) já comprovada no decreto presidencial dará uma ótima vitrine para a causa!
Nós ingressamos no BB, através de concurso público, não fomos apadrinhados, não fomos indicados, ninguém nos nomeou por ato secreto. Foi somente nosso esforço que nos levou aos quadros deste que hoje é o 2º maior banco do Brasil e que em conluio com Previ, PT e governos, agiram desta forma covarde para nos lesar.
Vamos nos unir, buscar a força que todos sabemos existir dentro de nós, e lutarmos para reparar esta injustiça cometida contra milhares. Milhares falando em uníssono, seremos ouvidos!
Marize
schmaedeke Reply:
setembro 15th, 2009 at 01:52:20
Cara Marize,
Você tem razão, somente através da união, associação, trabalho conjunto, conseguiremos reintegrar nossos direitos.
Além da fraude, do golpe do incentivo financeiro, sabemos muito mais coisas sobre as demissões abusivas e criminosas do BB, PREVI e governos, e aos poucos vamos conhecendo mais e divulgando mais.
Desde o Collor que nos difamou como marajás (inoperantes, privilegiados) para, em cima desta propaganda nazista se eleger, passando pelo FHC (marajás,… baderneiros, vagabundos) que disse o dinheiro dos fundos de pensão, das entidades fechadas de previdência PRIVADA seria público, usaria e abusaria deste dinheiro, até o Lula e o PT, que ignora e nega nossa história para, descaradamente e sem nenhum escrúpulo ou vergonha meter a mão no nosso dinheiro, assim enfiar a Dilma goela abaixo dos brasileiros, TODOS OS GOVERNOS METERAM O TESOUREIRO DE CAMPANHA E DO PARTIDO DENTRO DA PREVI. O PT inovou, usa e abusa mais sedento do que os outros, pois cercou todos os potes, assim o tesoureiro do Lula, Gushiken, colocou auxiliares de tesouraria em todos os fundos de pensão.
Mas, estamos de olho, já roubaram, estão roubando, um dia a casa cai.
Abraço/Leandro
Comentário por Marize Costa — domingo, 13 de setembro de 2009 @ 23:50:00
Caro Leandro,
Tenho notado que algumas pessoas vêm aproveitando do seu trabalho e do trabalho da ABRAPREV para tomar iniciativas individuais e ao que parece sem combinar com vocês. Daqui há pouco vão negociar alguma coisa e levar a vaca pro brejo. É hora de dar um basta e assumir de vez a liderança do nosso movimento na minha opinião.
Um abraço,
Júlio Barros
Comentário por Júlio Barros — domingo, 27 de setembro de 2009 @ 20:41:53
Caro Leandro Schmaedeke,
Seu trabalho de pesquisa sobre a fraude foi sensacional. Lembro-me bem quando nos encontramos a primeira vez aqui em Brasília no aeroporto. Você o Marcelo Dantas e eu não nos conhecíamos ainda, mas parecia que sim. Pela primeira vez nos vendo e pela mesma causa. Depois fomos para a ANABB na reunião das propostas do superávit. Guardo as fotos com muito carinho. Foi um momento de alegria em meio à grande dor que todos temos passado nesses 14 anos. Depois fomos ao Senado à procura do Diário Oficial onde fora publicado o Decreto 81.240/78 e em seguida ao Ministério que fica ao lado, não me lembro o nome agora. E acabamos encontrando o documento já no final da tarde. Eu, você e o Marcelo. Na verdade eu nem sabia muito do que se tratava, mas vocês dois estavam bem inteirados do assunto. E muita coisa aconteceu depois disso. Ontem, depois de saber da criação de mais uma associação resolvi te ligar para saber mais detalhes. Sei que as intenções de vocês são boas, mas fico preocupado ao ver que estamos sendo divididos mais uma vez. Agora são três associações. Bastava uma com vários departamentos para os vários assuntos e nas várias frentes de luta. E o que mais me preocupa é saber que os outros dirigentes das outras associações não são consultados ou avisados com antecedência. Em quem confiar desse jeito? Não era a ANDEBB que estava à frente da denúncia à corte internacional? Eu já vinha pregando a união da ANDEBB com a ABRAPREV e, de repente, surge a ADBB. Que susto!
Sempre pontual e nada pessoal,
Júlio Barros
PDV-1995
Comentário por Júlio Barros — terça-feira, 29 de setembro de 2009 @ 11:26:12
“Diretor de Imprensa e Comunicações - Leandro Schmaedeke”
Nada tenho nada a temer uma vez que o nosso colega Leandro está à frente de tudo e sabe o que é melhor para todos.
Tudo Bem, deveria ter uma linha avisando da criação da ADBB, porém às vezes o tempo é curto e dada a urgencia …
Acredito e espero a compreensão de todos em associarem nesta nova associação. Conforme vimos ela trabalhará conjuntamente com as outras associações.
Peço ao Fernando rever a sua decisão por acreditar que esta nova veio para somar e não para dividir.
Lembrem-se ” a união faz a força”
Comentário por OTHON FREITAS — terça-feira, 29 de setembro de 2009 @ 14:00:31
Leandro Shcmaedeke,
Para haver maior credibilidade a nova associação poderia ter sido lançada em um comunicado conjunto assinado pelos Presidentes das Associações existentes, Presidente do MNDBB e pelo Administrador do Grupão. Dessa forma, não deixaria nenhuma dúvida, mas da maneira que foi feita a coisa deixou e ainda está deixando muito a desejar para nós todos tomarmos uma decisão, haja vista os e-mails postados. Sugiro que façam um comunicado conjunto prestando-nos uma orientação conclusiva. Eu não tenho condições técnicas de analisar os estatutos, as procurações, etc, nem para tomar minha decisão e nem para orientar ninguém. Tem que haver união e trabalho em equipe. Você e a Ângela são Delegados Regionais da ABRAPEV e certamente, até mesmo por uma questão ética, devem ter dado ciência de tudo ao Dr Fernando Toscano. Da mesma maneira que os representantes da ANDEBB também agiram em sintonia com o Presidente deles. Acredito que ainda está em tempo e será uma grande oportunidade para exercer sua primeira tarefa como Diretor de Comunicação.
Obrigado e um abraço,
Júlio Barros
PDV-1995
Comentário por Júlio Barros — terça-feira, 29 de setembro de 2009 @ 19:14:45
Prezado colegas Leandro e Julio Barros, a Súmula nº 290 do STJ, de 28/04/04, é uma tradução exata, porém feita com outras palavras, do resultado da adulteração elaborada às escondidas, no original do Decreto 81.240/78, o assentado na Presidência da República, para confirmar a retificação publicada no Diário Oficial de 16/06/78.
É interessante notar, que até o STJ foi enganado por esta suposta retificação, quanto mais nós, demitidos do Banco do Brasil, pequeninos cidadãos leigos em matéria de direitos.
O Presidente da ANDEBB, Marcelo Dantas, me mandou ontem, levar uns documentos que estavam faltando, ao Ministério Público Federal de Sergipe, e me atendeu uma Chefona, e me disse que não adianta a gente pedir ao Diretor Geral do MPF de lá de Brasília, para fazer a denúncia, pois com certeza ele irá nos responder que já perdemos o prazo para entrarmos na Justiça, porque já se passaram mais 31 anos e que nós deveríamos ter reclamado na época em que foi publicada a retificação.
Então, lhe disse: Como poderíamos ter reclamado de uma retificação publicada no Diário Oficial em 16/06/78, em plena Ditadura, numa época em que quem reclamasse de alguma coisa era morto. Quem iria protestar ou mesmo duvidar de uma retificação que teria vindo do original do Decreto 81.240/78 assentado na Presidência da Republica?
Arrependo-me de não ter lhe perguntado: Se aqueles que foram banidos e extraditados do País a partir de 1969, se ainda continuassem banidos e extraditados até hoje, se já teria prescrito o prazo deles buscarem os seus direitos, porque já se passaram mais de 40 anos?
Que as Associações, quando for fazer o relatório para entrar na Justiça, que esclareçam bem esta questão da prescrição da nulidade da retificação, porque se o Ministério Público Federal de Brasília, como me disse esta Chefona, pode achar que já transcreveu o prazo para entramos na Justiça, IMAGINEM os Senhores Ministros do STJ ou do SFT, com certeza ele poderão achar o mesmo que esta Chefona do MPF daqui de Sergipe está achando e me disse: Que o prazo para entrarmos com uma reclamação contra a retificação já prescreveu, porque já se passaram mais de 31 anos da sua publicação.
Atenciosamente,
Josecarlos60@uol.com.br
Comentário por José Carlos de Oliveira — quarta-feira, 30 de setembro de 2009 @ 13:12:07
Prezado José Carlos de Oliveira,
Não estou à altura de respondê-lo. Minha área profissional é a imobiliária atualmente. Sou formado em Gestão de Negócios Imobiliários e técnico em transações imobiliárias, resumindo sou corretor de imóveis em Brasília.
O Dr José Carlos de Almeida é um dos advogados mais atuantes nas nossas questões e é ele quem dá o suporte técnico à ABRAPREV.
Visite os sites da http://www.jca.adv.br e http://www.abraprev.org.br e tire suas dúvidas.
Visite também o meu blog juliobarroscorretor.blogspot.com .
Att.
Júlio Barros
PDV-1995
Comentário por Júlio Barros — quarta-feira, 30 de setembro de 2009 @ 15:04:14
ABRAPREV INAUGURA NOVA SEDE
2 8 . 0 9 . 2 0 0 9
A Associação Brasileira de Previdência - ABRAPREV tem a felicidade de anunciar que foi inaugurada hoje sua nova sede. Agora não mais dependemos de uso de instalações e imóveis de terceiros.
O seu conjunto de salas, bastante amplo, foi projetado para atender com qualidade aos anseios dos nossos associados. Possui sala de atendimento e reunião dotada de projetor com painel deslizante, uma grande mesa de reunião, central de atendimento jurídico e apoio aos associados, call center, recepção, sala de refeições, copa, três banheiros, ar condicionado digital com controles individuais em todos os ambientes, rede própria de telefonia e informática, pisos em granito, painéis e tetos rebaixados com iluminação indireta - tudo isso projetado por arquitetos de alto gabarito, além de três vagas cobertas para uso dos seus associados e visitantes.
Em um ambiente de alto nível a ABRAPREV dispõe de profissionais experientes e atendimento de qualidade. O nosso novo escritório será o centro de importantes discussões e decisões que se aproximam. Visite-nos, será uma honra recebê-los:
SIG/Sul Quadra 04 Lote 25 Conjuntos 305/307/309
Centro Empresarial Barão de Mauá
CEP 70610-440 - Brasília (DF)
PABX/FAX: (61) 3322.5434
Fonte: http://www.abraprev.org.br
Comentário por Júlio Barros — quarta-feira, 30 de setembro de 2009 @ 19:29:09
Não vou contar o que passei desde o PDV-95. Já li depoimentos semelhantes.
Mas hoje, ao tomar conhecimento desta fraude monstruosa, a vida passou a ter outro sentido.
Voltei a ter esperança.
Vou entrar em contato com ex-colegas e relatar a situação.
Parabéns e obrigado por esta luta que é de todos.
schmaedeke Reply:
outubro 15th, 2009 at 03:56:39
Cara Vera Scherer,
Respondo somente agora ao seu comentário no blog Demitidos do BB, algumas coisas também importantes precisei fazer antes desta resposta.
Bem-vinda ao grupo de discussão, à família, ao Movimento dos Demitidos do BB.
Neste espaço e exército que aumenta a cada dia, grupão (pdv-ba) e família, temos blogs, orkuts, sites, associações, debates, sugestões, comentários, somamos já quase 500 colegas de todo o país, tudo pensamos e fazemos para conseguir a reintegração dos nossos direitos roubados pelo governo brasileiro, BB e PREVI.
De vez em quando temos algumas discussões acaloradas, normais numa família de demitidos traumatizada, mas que se renovam, reencontram com o sobrenome “do BB”, que não poderíamos nunca ter perdido, foi imoral, ilegal e inconstitucional, violações aos direitos humanos, fomos vencidos pela cobiça, desumanidade, maquiavelismo, vingança política, corrupção e sordidez de psicopatas travestidos de homens públicos e seus prepostos, áulicos e bajuladores, interesseiros e ladrões que se locupletam ainda hoje .
Diante do exposto, você vai ter que ler um pouco, talvez muito, até conhecer bastante sobre a nossa (sua também) saga e luta dos Demitidos do BB, depois comentar, se associar, fazer escolhas dentro dos princípios de livre associação e democracia, participar e construir.
Nosso colega Victal Byrnes, Administrador do grupão - http://groups.google.com.br/group/pdv-ba?hl=pt-BR?hl=pt-BR - vai pedir para você alguns dados e informações necessários para cadastro e interação conosco.
Pouco a pouco estamos argumentando, vamos convencendo e convertendo aos pedeístas (6.420 demitidos pelo BB em 1990/95), pedevistas (13.687 demitidos pelo BB em 95), paquistas (5.044 demitidos pelo BB em 1996), penabundistas (24.164 demissões sumárias, demitidos pelo BB em 1996/97) e mais de 10.000 outrosistas, demitidos pelo BB desde 1998 até hoje, mais de 60.000 demissões abusivas e criminosas do Banco do Brasil, demitiram para roubar, difamaram e caluniaram, enxugaram e mataram, perseguiram e negaram justiça até hoje, inclusive àqueles que se dizem ou se imaginam “voluntários” ou pedevistas.
Paulatinamente, disse, estamos nos conscientizando, fomos e somos todos, desde 1990 até hoje, demitidos sem justa causa, reconhecida e comprovamente demitidos, roubados, enganados, perseguidos políticos, excrados sob regime de exceção, excluídos da nação pelos governos Collor, FHC e Lula, BB e PREVI, poder econômico, mídia e pelos demais poderes públicos. “Titulações” que não temos como negar, foi, é verdade, foi, é uma barbárie, foi, é uma questão terrível de direitos humanos violados.
Portanto, repetida e resumidissimamente, esta foi a informação inicial, tem mais, muitas informações, iniciativas e atividades para você conhecer e participar. É claro, se você quiser participar do Grupão.
Bem-vinda
Comentário por vera scherer — sexta-feira, 9 de outubro de 2009 @ 11:34:08