DEMITIDOS DO BB

Comentários, depoimentos, sugestões e propostas sobre as demissões abusivas de milhares de funcionários do Banco do Brasil, os Demitidos do BB, visando a reintegração ao BB, restituição da PREVI e reabilitação à CASSI, CAPEC e CARIM.

13/2/09

Demissões políticas e corruptas, econômicas e extorsivas

FERNANDO AFONSO COLLOR DE MELLO, vulgo Collor, eleito governador das Alagoas por ser “caçador de marajás”, lá, nada fez de construtivo além deste combate inócuo. Da elite, não tinha nenhum partido forte que o apoiava, soube usar com eficiência temas de moralização, contra a corrupção, no seu governo os “ladrões iriam para a cadeia”, “doa a quem doer”, iria combater os altos salários do funcionalismo público, os “marajás”, protegeria os “descamisados e os pés descalços”, tudo demagogia, figuração e marketing, com isso iludiu o povo, teve apoio da mídia mais poderosa, rede dos bobos, e se elegeu pela encenação e dramaturgia.

Collor foi o primeiro neoliberal a chegar ao poder, em 1990, com suas políticas ditas públicas, de redução do estado, privatizações e demissões de funcionários. Ampla campanha montada na mídia difamou e transformou o funcionalismo em marajás, preguiçosos e inoperantes. Enquanto isso, para encenar um presidente dinâmico e ativo, Collor andava de jet sky, pulava e dançava freneticamente para o povo brasileiro.

Confiscou a poupança dos brasileiros, “único tiro contra a inflação”, acertou duramente a classe média, não resolveu o problema da inflação, mas, iniciou a maior recessão da história no Brasil, desemprego, muitas empresas fecharam as portas. O Programa Nacional de Desestatização do Plano Collor privatizou primeiro a Usiminas, através de um leilão em outubro de 1991. Depois, mais 25 estatais foram privatizadas até o final de 1993, com grandes transferências patrimoniais do setor público para o setor privado.

Collor tomou medidas duras de enxugamento da máquina estatal, demissão em massa de CENTO E DEZ MIL SERVIDORES PÚBLICOS. A política afeta a gestão do Banco do Brasil, sai presidente, entra presidente da república, extremamente conturbado para o Brasil como um todo, o chamado período Collor fez com que o BB não fosse relevante diante do contexto nacional, daí, ficou à deriva, ou, foi conduzido independentemente da visão e do apoio do acionista majoritário, o Governo Federal.

No Banco do Brasil, o presidente Alberto Policaro, promoveu processo de demissão, rescisões de contratos de trabalho, dispensa de menores, estagiários e contratados por tempo determinado e aposentadorias, que contribuiu para a redução de 15.739 (QUINZE MIL E SETECENTOS E TRINTA E NOVE) funcionários de março a dezembro de 1990, representando diminuição de 10% com relação ao ano anterior. Foi introduzido novo Plano de Cargos Comissionados que unificou, criou e extinguiu funções.

Em 16 de maio de 1991, assumiu o Banco do Brasil Lafaiete Coutinho Torres, que permaneceu no cargo até 29.09.92. Continuou o processo de redução do quadro de pessoal e em 1991, o número de funcionário foi diminuído em 6.420 pessoas, SEIS MIL QUATROCENTOS E VINTE FUNCIONÁRIOS DO BB foram demitidos através de suposto Programa de Demissão Incentivada - PDI - na verdade, sob coação, ameaças de transferências arbitrárias e com apropriação indébita dos seus salários de aposentadoria - demitir e roubar -, mormente POR MOTIVOS DE PERSEGUIÇÃO POLÍTICA, cumpriram “promessas de campanha”, E NÃO HÁ MAIS DÚVIDA DE QUE AS DEMISSÕES TIVERAM MOTIVAÇÃO POLÍTICA, POIS O PRÓPRIO EX-PRESIDENTE COLLOR RECONHECEU ESSE FATO.

As demissões do BB no período Collor não tiveram grande alarde, a grande maioria dos funcionários conseguiu aposentar-se, e esse foi um equívoco estratégico daqueles pretensos administradores, pois forçaram à aposentadoria funcionários pré-67, tinham compromisso da empresa pelo pagamento integral das suas aposentadorias, poderiam trabalhar ainda 4 ou 5 anos pelo BB, mas, aposentaram-se precocemente e continuaram na folha de pagamento do Banco. Porém, as demissões também foram coercitivas e arbitrárias, abusivas e vis, experiência bem-sucedida de DEMITIR E ROUBAR, poucos demitidos ingressaram com ações judiciais para recuperar seus direitos, com isso, formou-se “cultura” organizacional para as demissões em massa de 1995 em diante, DEMITIR PARA ROUBAR, demissão para apropriação indébita de poupanças de aposentadoria, com este roubo pagar as contas do BB e da PREVI, historicamente mal-administrados por prepostos políticos, incompetentes e corruptos.

Alberto Policaro presidente do BB, depois Lafaiete Coutinho, braço direito de PC Farias na arrecadação de fundos da campanha eleitoral de Collor, com a saída de Policaro, foi alçado à presidência do Banco do Brasil. Na presidência da Caixa Lafaiete deixou o seu braço direito, Álvaro Mendonça.

Mas, já em 1991, as dificuldades encontradas pelo plano de estabilização, que não acabou com a inflação e aumentou a recessão, começaram a minar o governo, com suspeitas de envolvimento de ministros e altos funcionários em uma grande rede de corrupção. E OS PROBLEMAS ECONÔMICOS E SOCIAIS DO PAÍS CONTINUAVAM, INFLAÇÃO, DESEMPREGO E A MISÉRIA DOS DESCAMISADOS E PÉS DESCALÇOS ILUDIDOS.

Lafaiete Coutinho foi afastado por sentença judicial do cofre de verbas a fundo perdido da Fundação Banco do Brasil, que empregava para comprar consciências na Câmara, porém, conseguiu reassumir o cargo através de um mandado de segurança, mas, com uma ressalva: por decisão da Justiça, ficou proibido de assinar um único cheque destinado a liberar verbas para a clientela do governo, nem mesmo para aqueles pedidos em andamento, já aprovados, na boca do caixa para o pagamento. A caneta de Lafaiete só ficou seca porque funcionários da Fundação Banco do Brasil realizaram um cuidadoso levantamento das irregularidades que vinham ocorrendo, conseguiram o apoio do Sindicato dos Bancários e denunciaram as maracutaias na Justiça.

Já acostumado à compra de votos e a fazer chantagem contra empresários, Lafaiete se dedicou a perseguir funcionários do Banco do Brasil que zelavam pelo cumprimento do regulamento da instituição. Seus métodos truculentos chegaram ao Congresso, no qual oito deputados o acusaram de submeter os subordinados a “atos de terrorismo psicológico”.Até a primeira-dama, Rosane Collor, dirigente da LBA, foi acusada de malversação do dinheiro público e de favorecimento ilícito a seus familiares, foi demitida pelo Collor. As suspeitas transformaram-se em denúncias graças a uma intensa campanha da imprensa. Pedro Collor, irmão do Presidente, falou sobre o “esquema PC” de tráfico de influência e de irregularidades financeiras organizadas pelo empresário Paulo César Farias, amigo de Collor e caixa de sua campanha eleitoral.

Em 26 de maio, o Congresso nacional instalou uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar as denúncias de irregularidades. Eriberto França, motorista da secretária de Collor, Ana Acioli, confirmou que as empresas de PC faziam depósitos com regularidade nas contas fantasmas movimentadas pela secretária. Essas informações atingiram diretamente o Presidente. Surgiram manifestações populares em todo o país, Collor foi afastada do cargo de Presidente da República e seus direitos políticos cassados por oito anos. Foi também denunciado pela Procuradoria-Geral da República pelos crimes de formação de quadrilha e de corrupção.

Terminava a aventura do “caçador de marajás” e combatente da corrupção, ironicamente, identificado pelo povo como marajá, inoperante e corrupto. Porém, até hoje não foram reintegrados os direitos dos demitidos pela perseguição política e corrupção do governo Collor.

ITAMAR FRANCO, vulgo “Itamar”, topetudo, foi um intervalo na perseguição política e corrupção, seu governo ficou mais conhecido pelo episódio da modelo sem calcinhas no sambódromo do Rio.

No seu governo teve a CPI da Desestatização (pizza), ponto “nobre” dela, o depoimento do presidente da PREVI, JOSE VALDIR RIBEIRO DOS REIS no Congresso, onde jurou e confessou que as contribuições do empregador pagas pela patrocinadoras aos fundos de pensão em favor dos empregados eram salário indireto, poupança do trabalhador, faziam parte da remuneração e constituíam obrigação do contrato de trabalho do BB. Depois, noutras demissões do BB - PDV -, o presidente da PREVI José Valdir Ribeiro dos Reis negou todo o dito e jurado na CPI, porquanto assinou a Carta Circular 95/1160 que negava o pagamento das contribuições do empregador, dispunha o resgate somente das contribuições pessoais. Essas atitudes lhe renderam a continuidade no cargo na PREVI, hoje ele é presidente da Cooperforte.

No governo de Itamar foi aprovada a Lei 8878/94, anistia aos milhares de servidores públicos e funcionários de estatais demitidos por Collor, lei de pouco efeito e cumprimento, não reintegrou ninguém, com novo contrato de trabalho somente readmitiu alguns e, no caso dos demitidos das estatais, dispunha a devolução das verbas recebidas nos programas de demissão incentivada, quase nenhum demitido tinha dinheiro para tanto, visto que foram roubados em 10 vezes o valor do “incentivo financeiro”.Na Câmara dos Deputados se discutem projetos de lei (PL4499/2008 e 4293/2008) que concedem anistia aos demitidos pelo governo FHC. Abrimos parêntesis para esclarecer anistia: “Perdão geral. Ato pelo qual o poder público declara impuníveis, por motivo de utilidade social, todos quantos, até certo dia, perpetraram determinados delitos, em geral políticos, seja fazendo cessar as diligências persecutórias, seja tornando nulas e de nenhum efeito as condenações”.

Ridículo! PERDÃO PARA QUEM? Os demitidos foram perseguidos políticos, não eram “puníveis”, de forma pessoal, imoral, ilegal e inconstitucional foram selecionados como “elegíveis, disponíveis e excedentes”, mas, não poderiam ter sido demitidos, não cometeram nenhum delito, exceto trabalhar pelo País como funcionários públicos. Cidadãos livres, escolheram candidatos diferente dos eleitos, não concordaram com políticas públicas de privatização e demissão por acreditarem na Constituição Brasileira, que dispõe liberdade de convicção política e proíbe atos pessoais, imorais e ilegais do Governo, da Administração Pública, do Poder Público, artigo 37 da Constituição, foram esses representantes e prepostos que cometeram delitos e crimes.

FERNANDO HENRIQUE CARDOSO, vulgo FHC, continuou a campanha odiosa contra os serviços e os funcionários públicos, marcas da devastação neoliberal no Brasil a partir dos anos 90. Collor procurou estigmatizar o funcionalismo, travestindo-se de “caçador de marajás”; já FHC taxou de “vagabundos” os que lutavam contra a reforma da previdência no setor privado. Na campanha política soube que mais de 90% do funcionalismo do BB não votariam nele e que a grande maioria dos funcionários públicos e das estatais constituíam oposição ferrenha às suas políticas públicas de redução do estado, privatização e demissão, endeusamento do mercado.

Logo no início do seu governo, quarto dia, denunciou a Convenção 158 da OIT, a fim de ANULAR, ILEGAL E INCONSTITUCIONALMENTE, através de decreto do executivo, de FHC, o DECRETO LEGISLATIVO 068/92, EM VIGOR ATÉ HOJE, que aprova o texto da Convenção n.º 158, da Organização Internacional do Trabalho (OIT), sobre o término da Relação do Trabalho por Iniciativa do Empregador, adotada em Genebra, em 1982, porque em parágrafo único o Decreto 068/92 dispunha: São sujeitos à aprovação do Congresso Nacional quaisquer atos que possam resultar em revisão da referida convenção, bem como aqueles que se destinem a estabelecer ajustes”. Portanto, somente o próprio Congresso poderia denunciar, anular, revisar, ajustar a ratificação da Convenção 158.

FHC e seu rolo compressor aprovaram a Lei 9029/95, cujo artigo 1º Fica proibida a adoção de qualquer prática discriminatória e limitativa para efeito de acesso a relação de emprego, ou sua manutenção, por motivo de sexo, origem, raça, cor, estado civil, situação familiar ou idade,…” onde FHC omitiu o motivo político, de convicção política, compreensível a omissão, pois estava praticando a perseguição e vingança política, só podia fazer uma lei com a omissão inconstitucional da discriminação política.

A PEC da “reforma administrativa” legalizou a política de terra arrasada no setor. Entre outros malefícios, para forçar e possibilitar as demissões, eliminou o regime jurídico único, permitindo a contratação de servidores sem direito à estabilidade e à aposentadoria integral; extinguiu a isonomia salarial, destruindo o quadro de carreira e criando privilégios; elevou de dois para três anos o prazo para adquirir estabilidade; estimulou a demissão por “excesso de gastos” ou “insuficiência de desempenho”; adulterou o concurso público, permitindo contratações diferenciadas; introduziu o “contrato de gestão”, dando liberdade aos ministérios para fixar salários; fixou o chamado “teto de remuneração”; desde o governo anterior, arrochou, não concedeu aumento nem reposição de inflação nos salários e desvinculou o reajuste dos servidores dos militares, ministros, parlamentares, governadores, prefeitos e presidente da República.

Estava preparado o lodaçal, cemitério para a demissão de milhares de funcionários públicos e das estatais: Seu triste reinado promoveu um verdadeiro desmonte do setor público. Antes da sua posse, em 1994, o executivo federal possuía 583 mil servidores; ao final de seus oito anos de mandato, em 2002, contava apenas com 456 mil funcionários – um corte de 127 mil servidores! Isto sem contar os quase 300 mil demitidos nas estatais criminosamente privatizadas e a privatizar.

FHC tinha compromissos internacionais para privatizar o BB, CEF e Petrobrás, instalou seus prepostos na direção do Banco do Brasil, indivíduos sem caráter, prova disso, todos foram acusados e condenados à prisão, por gestão temerária e desvio de crédito, envolvidos no Caso Encol, o Presidente Paulo César Ximenes, os diretores Edson Soares Ferreira, João Batista de Camargo, Ricardo Sérgio de Oliveira, Hugo Dantas Pereira, Ricardo Alves da Conceição e Carlos Gilberto Caetano.

FHC e os executivos do BB sabiam da situação calamitosa, quase insolúvel do Banco do Brasil, por causa do compromisso assumido em 1947, pagamento de aposentadorias integrais dos funcionários que ingressaram no banco antes de 1967. Os pré-67, que nunca aderiram à PREVI porque preferiram o compromisso do BB, eram cerca de 33.000 aposentados, altos salários, que estavam na folha de pagamento da instituição, despesas de pessoal da ordem de mais de 2,5 bilhões de reais por ano. Além disso, por causa do artigo 39 do Decreto 81240/78, legislação de previdência complementar, o prazo (20 anos) para integralizar as reservas, regime financeiro de capitalização, dos funcionários pós-67 (95.000) todos com adesão obrigatória à PREVI por força do contrato de trabalho do BB, estava prestes a acabar. O OFÍCIO PRESI-95/0079, de 09/02/95, confessava esta situação:

Of. PRESI-95/0079

Brasília (DF), 09.02.95

Exmo. Sr.

Reinhold Stephanes

Ministro de Estado da Previdência e Assistência Social

Sr. Ministro,

Com vistas a esclarecer dúvidas suscitadas a respeito do custeio dos benefícios de complementação de aposentadoria e pensões concedidos pela Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil, patrocinada por esta empresa, prestamos-lhe as seguintes informações:

a) até abril/67, o Banco do Brasil pagava aos seus funcionários complementação do benefício de aposentadoria concedido pela Previdência Oficial, em decorrência de decisão tomada em Assembléia Geral de Acionistas de 1.947, a qual passou a integrar os contratos de trabalho dos empregados;

b) a partir de abril/67, foi instituído o plano de beneficio previdenciário da PREVI, mediante contribuição patronal e pessoal na proporção de 2 x 1 – segundo orientação do representante do Tesouro Nacional na Assembléia Geral Ordinária de 29.04.1964;

c) à época, não houve aporte financeiro da Patrocinadora para fazer face aos compromissos relativos ao tempo de serviço prestado pelos empregados admitidos antes daquela data, em razão da adoção do regime financeiro de Repartição de Capitais de Cobertura (as contribuições arrecadadas a cada ano se destinavam a constituir o valor atual necessário à garantia dos benefícios cujo direito fosse adquirido no mesmo ano, não há constituição de reservas de benefícios a conceder, mas apenas de benefícios concedidos);

d) com a edição da Lei 6435/77, a PREVI teve que adequar seu Estatuto e regulamentos, com a obrigatoriedade de adotar o regime financeiro de Capitalização no ajustamento do plano de complementação de aposentadoria mantido para todos os associados. Isso implicava integralização, por parte do Banco, das reservas matemáticas relativas ao tempo de serviço anterior dos funcionários pré-existentes à implantação do plano previdenciário, em abril/67;

e) o Banco do Brasil, com a anuência da Secretaria de Previdência Complementar do então Ministério de Previdência e Assistência Social (Portaria MPAS no 2033, de 04.03.80, e Oficio no 768/GAB/SPC de 07.12.81), em vez de se valer da prerrogativa legal de amortizar esses compromissos através de contribuições especiais, diferidas em até 20 anos, ou mesmo mediante aporte de recursos, optou por adotar o regime de repartição simples para custeio dos benefícios relativos aos empregados admitidos até abri/67 e assumiu a responsabilidade de efetuar a cobertura de eventuais insuficiências financeiras resultantes dos pagamentos da complementação de aposentadoria efetuada pela PREVI, conforme regularmente divulgado em notas explicativas das Demonstrações Contábeis do Banco;

f) portanto, as contribuições dos empregados do Banco do Brasil admitidos até abril/67 – enquanto na ativa – não constituíram reserva da PREVI. Foram utilizadas pela PREVI diretamente no custeio das complementações dos 29.149 funcionários integrantes daquele contingente, que aposentaram a partir da instituição do referido plano. Ainda remanescem na ativa 2.498 empregados desse grupamento;

g) as contribuições dos empregados do Banco do Brasil a partir de abril/67 constituem, por sua vez, as reservas acumuladas da PREVI, as quais se destinam a garantir o pagamento futuro dos benefícios concedidos e a conceder a esse grupamento, num total de 112.265 associados, aí incluídos aqueles já falecidos. Todos esses são tratados dentro do regime financeiro de Capitalização;

 

 

 

 

 

 

 

h) a PREVI responde, ainda, pelo pagamento de 7.471 pensões instituídas por óbitos ocorridos a partir de abril/67, relativamente aos admitidos no Banco anteriormente àquela data, porquanto contribuintes, inclusive no período em que aposentados.

2.Devido à complexidade da matéria, sobretudo em razão das modificações processadas ao longo do tempo nas normas e legislação pertinentes, permitimo-nos sugerir encontro de trabalho de técnicos deste Banco com os desse Ministério, para esclarecimentos de eventuais dúvidas remanescentes.

Presidente

Alcir Augustinho Calliari

O neoliberal FHC queria privatizar o banco, precisava saneá-lo financeiramente, mas, não queria nem pagar as dívidas do Tesouro Nacional para com o BB, TREZE BILHÕES E QUINHENTOS MILHÕES DE REIAIS, precisava desse dinheiro para outros projetos espúrios (PROER, por exemplo). Nesse caso, quem iria comprá-lo com um passivo trabalhista e previdenciário de 10 bilhões de reais?

Os executivos do BB e das entidades de funcionários sabiam da situação caótica, que o banco precisava ser saneado, mas, não queriam, óbvio, vê-lo privatizado.

PORÉM, HAVIA UM CONSENSO ENTRE FHC E OS EXECUTIVOS DO BB: PAGARIAM A CONTA OS FUNCIONÁRIOS DO BB PÓS-67 MAIS ANTIGOS, AQUELES COM POUPANÇA DE APOSENTADORIA MAIOR, O GOLPE SERIA APLICADO PELA DEMISSÃO E APROPRIAÇÃO INDÉBITA DOS SALÁRIOS DE APOSENTADORIA, DEMITIR PARA ROUBAR AS POUPANÇAS DE APOSENTADORIA DOS PÓS-67. Este estelionato já havia sido testado, deu certo, a PREVI ganhou muito dinheiro nas demissões de 1990 a 1992, período Collor.

As providências “legais”, contas e preparativos para este golpe, FHC e os executivos do BB já haviam iniciado em Janeiro de 1994. FHC, então Ministro da Fazenda de Itamar, emitiu uma portariazinha de merda com força de lei, a PORTARIA INTERMINISTERIAL MPS/MF/SPO N.º 7, DE 24 DE JANEIRO DE 1994 - DOU DE 25/01/94 - que modificou as prioridades da Legislação de Previdência Complementar: a primeira prioridade, proteger os direitos dos participantes, tornou-se última, além disso virou “reservar” o direito adquirido dos participantes…, e o controle de gastos, custo financeiro das estatais tornou-se primeira prioridade, porque, supostamente, os repasses da União para as entidades fechadas de previdência privada estariam prejudicando o controle do déficit público e inflação (nunca foi repassado um tostão da União para a PREVI, mentira de FHC). Depois, FHC quis obrigar a PREVI a investir em títulos podres da União, insistia que os recursos, privados, dos participantes era dinheiro público.

Durante seu reinado, em obsessiva e vingativa perseguição política aos funcionários do BB e das estatais, declarou, decretou, alterou, adulterou, sancionou, portarias, resoluções, decretos e leis da legislação trabalhista e de previdência complementar, tudo fez para violar, restringir, “reservar” e usurpar os direitos dos demitidos, até na Constituição, através da LC 19, de 1998, Artigo 202, fez constar que as contribuições do empregador não faziam parte do contrato de trabalho, não integram a remuneração dos empregados, RASGANDO TODOS OS CONTRATOS DE TRABALHO DO BB. Evidente, se não fossem os ministros dos tribunais superiores, trabalhista e comum, corruptos pelas nomeações e subordinação ao executivo de FHC, diriam os ministros íntegros que esta alteração não poderia ser retroativa, somente válida aos ingressos nas estatais e fundos de pensão após a vigência a Lei Complementar, PORÉM, ONDE ESTAVAM OS ÍNTEGROS, OS DIGNOS, OS JUSTOS, OS DE NOTÓRIO SABER JURÍDICO, OS DE REPUTAÇÃO ILIBADA? NÃO APARECEU NENHUM! Valeu a alteração espúria: As contribuições do empregador, os benefícios e as condições contratuais previstas nos estatutos, regulamentos e planos de benefícios das entidades de previdência privada não integram o contrato de trabalho dos participantes, assim como, à exceção dos benefícios concedidos, não integram a remuneração dos participantes, nos termos da lei.

Atarefados, os executivos do BB estudavam, planejavam em janeiro de 1994 e implementaram, em dezembro de 1994, um programa chamado “Direcionamento de Recurso Humanos” - DRH030 - , para reduzir em 30% o quadro de funcionários de carreira do BB. No final de 1994, o BB tinha na sua folha de pagamento, incluídos os 33.000 aposentados, 143.000 funcionários, donde, 30% de cortes = 42.900 a demitir. Foram demitidos, período Jul/95 a Dez/97, 42.987 funcionários.

Contas feitas, número de pós-67 as serem cortados considerado suficiente para quitar a dívida trabalhista e previdenciária do BB, programa de redução de cargos, funções, agências e CESECs em implementação, os executivos do BB e a equipe de FHC, mais os psicólogos duma empresa contratada sem licitação (R$2 MILHÕES), a DBM, começaram as reuniões ultra-secretas, sigilosas, PARA PLANEJAR A ESTRATÉGIA PSICOLÓGICA, JURÍDICA E MIDIÁTICA, AS MENTIRAS, GOLPES, ILUSÕES, PRESSÕES, TORTURAS, TERROR E PÂNICO necessários para coagir e forçar as adesões ao plano de demissões sinistro que montavam. Disseram que previram tudo, estavam preparados para tudo, e isto foi uma das poucas verdades que disseram, com isso demitiram 43.000 funcionários no período Janeiro de 1995 a Dezembro de 1997. E quitaram a dívida trabalhista e previdenciária do BB, em 1997, num acordo espúrio BB/PREVI:

Tribunal de Contas da União – Processo: 006.368/2005-1 citação - Entidade: Banco do Brasil S/A - Interessado: Senado Federal - Trata-se de solicitação formulada pela Senadora Heloísa Helena, PSOL/AL, encaminhada pelo presidente do Senado Federal, Senador Renan Calheiros, (…)”III – ACORDO CELEBRADO ENTRE O BANCO DO BRASIL E A PREVI EM 24/12/97 (ANEXO 1, FLS. 55/63) 3.1 O Acordo consistiu na transferência do Banco do Brasil para a Previ da responsabilidade do pagamento de sua dívida previdenciária com o GRUPO de funcionários admitidos até 14/04/67, no valor estimado de R$ 10.959.481.182,00 (dez bilhões novecentos cinqüenta e nove milhões quatrocentos oitenta e um mil cento oitenta e dois reais), em 01/12/97, doravante arredondado para R$ 11 bilhões.

Durante a era FHC, foram demitidos mais de 53.000 funcionários: Em 1995 -24.711, 1996 -9.308, 1997-8.959, 1998 -7.361 = total de demissões de 1995 a 1998, -50.339 (CINQUENTA MIL, TREZENTAS E TRINTA E NOVE DEMISSÕES NO BB).

De 1998 até 2002, foram demitidos mais 3.000 funcionários do BB, todos demitidos, roubados e enganados só porque acreditaram nas promessas de estabilidade de emprego e aposentadoria do sistema BB/PREVI, todos perseguidos políticos de FHC, porque exerceram seus direitos constitucionais de liberdade política, votaram na oposição e não concordaram com as políticas públicas do governo FHC, de privatização, entrega do patrimônio público e demissões em massa, MAIS DE CINQUENTA E TRÊS MIL DEMISSÕES NO BANCO DO BRASIL.

45 escândalos marcaram o governo FHC”, dentre eles: SUDAM, SIVAM, PROER, CAIXA-DOIS DE CAMPANHAS, TRT PAULISTA, CALOTE NO FUNDEF, MUDANÇAS NA CLT, INTERVENÇÃO NA PREVI E ERROS DO BANCO CENTRAL. EM 2001, PARA IMPEDIR A INSTALAÇÃO DA CPI DA CORRUPÇÃO, FHC CRIOU A CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO, ÓRGÃO QUE SE ESPECIALIZOU EM ABAFAR DENÚNCIAS.

No encontro de presidenciáveis promovido pela ANABB, campanha eleitoral de 1994, FHC vociferou: O DINHEIRO DO FUNDO (PREVI) É PÚBLICO E TEM QUE SER USADO PARA O BEM PÚBLICO. Se eu for eleito, VOU USAR E ABUSAR DO DINHEIRO DOS FUNDOS DE PENSÃO”.

FHC e seus prepostos usaram e abusaram do DINHEIRO PRIVADO DOS PARTICIPANTES dos fundos de pensão, do dinheiro público dos brasileiros e do dinheiro dos acionistas do BB, veremos a seguir.

Ricardo Sérgio de Oliveira, diretor da área externa do Banco do Brasil, ERA O TESOUREIRO DE CAMPANHA DE FHC. Entrou no círculo dos tucanos pelo ministro Clóvis Carvalho, Casa Civil, acabou indicado para o cargo pelo ministro José Serra, da Saúde, e tornou-se o único diretor do Banco do Brasil com quem o presidente Fernando Henrique Cardoso fez contatos ocasionais (interessante) além de Oliveira, apenas o presidente do banco, Paulo César Ximenes, tinha contatos com FHC. Ricardo Sérgio de Oliveira tinha uma influência notável na Previ, o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, que, de tão poderoso, costuma arrastar atrás de si os demais fundos, que, juntos, movimentam a cifra espetacular de 80 bilhões de reais, mas, tal influência andou próxima dos seus negócios privados. O governo FHC poderia manter um funcionário hábil e competente para reunir fundos de pensão nas privatizações, mas as coisas ficam nebulosas quando o funcionário também usa a potência financeira dos fundos para fazer negócios com seus sócios.

Ricardo Sérgio ganhou notoriedade durante as privatizações promovidas por Fernando Henrique, especialmente nos casos da Vale e do sistema TELEBRÁS, dois dos maiores negócios do mundo. Em 1998, no episódio “Grampo do BNDES”, Ricardo Sérgio foi destaque ao ser flagrado confessando como agiam ao costurar negócios para o leilão das teles: “no limite da irresponsabilidade”. Caixa das campanhas de José Serra (1990 a 1996) e de Fernando Henrique (1994 e 1998), “coletor de contribuições eleitorais muito bem-sucedido”. Errando ou acertando nas “coletas”, Ricardo Sérgio mantinha a confiança da alta cúpula tucana. Talvez, um dos caminhos para arrecadar recursos para campanhas em anos anteriores passava pela formação dos grupos que disputavam os leilões das empresas então estatais. Injetava-se dinheiro dos fundos de pensão em um dos grupos e caso ele vencesse recolhia-se a tal “contribuição” para partidos e/ou candidatos. Como ficou claro nas matérias publicadas a partir do grampo do BNDES, Ricardo Sérgio era um dos arquitetos dos grupos. Mera coincidência?

Ricardo Sérgio foi envolvido em denúncias de suposta cobrança de uma propina de R$ 15 milhões do empresário Benjamin Steinbruch, para favorecê-lo no leilão da Vale e prejudicar os fundos de pensão dos funcionários de estatais. O empresário teria dito, à época, que estava convencido de que Ricardo Sérgio falava em nome do PSDB e decidiu pagar a propina. Outro que rondava BB e PREVI, o secretário-geral da Presidência da República Eduardo Jorge Caldas Pereira, trabalhou mais de quinze anos com FHC, quatro deles no Palácio do Planalto. O senhor acha que Eduardo Jorge pode estar usando seu nome para facilitar negócios, presidente? Fernando Henrique respondeu: Não tenho provas, mas não tenho dúvidas.

Eduardo Jorge também atuava como ponte entre o governo e a direção dos fundos de pensão das estatais, instituições que movimentam bilhões de dólares e decidem qualquer parada nas privatizações e articulava o apoio da base governista para acelerar a tramitação de projetos e emendas de interesse do Planalto. No final de 1998, Eduardo Jorge confessou a amigos que deixava o governo também por razões financeiras. “Preciso ganhar dinheiro”, disse ele na época. Se tornou sócio de 10% de um grupo chamado Meta, que atua como corretora de seguros de vida e de planos de saúde. O grupo fatura 130 milhões de reais por ano e tem tradição de vender serviço a empresas estatais.Outra empresa de seguros da qual o secretário participa como conselheiro é a Delphos. Detalhe: nas duas últimas eleições presidenciais, o grupo Meta doou 250.000 reais a Fernando Henrique, e a Delphos, outros 200.000.

O grupo Meta atuou como corretora de um contrato de seguro-saúde para 20.500 funcionários e ex-funcionários do Ministério dos Transportes e seus dependentes no valor de 6,5 milhões de reais. A seguradora, escolhida por meio de carta-convite, é a Brasil Saúde, do Banco do Brasil, que na data do contrato era presidida por José Maria Monteiro. Sua nomeação para o cargo passou pelas mãos de Eduardo Jorge. O contrato feito sem licitação. O argumento do ministério é de que o edital não ficou pronto a tempo.Outro bom contrato foi fechado com a TELEMAR, o consórcio de telefonia.

O grupo Meta atuou como corretor de seguros de todos os funcionários da empresa. Coincidência ou não, quando ainda estava no governo, Eduardo Jorge participou ativamente da formação do consórcio que venceu a licitação para a compra da Tele Norte Leste. Ele conduziu as seguradoras ligadas ao Banco do Brasil a se associar ao grupo integrado pelo empresário Carlos Jereissatti, a Andrade Gutierrez e a INEPAR. Seu parceiro nessa operação foi o ex-diretor do Banco do Brasil Ricardo Sérgio (juntaram-se o secretário e o tesoureiro de FHC?), demitido no escândalo do grampo do BNDES. “O pessoal do Jereissatti negociou a corretagem com o Meta. Sei que entre eles existe esse tipo de relação”, afirma Pedro de Freitas, presidente da seguradora da Caixa Econômica Federal (Sasse).

Enfim, vimos alguns indícios (evidências?) da corrupção dos prepostos de FHC no BB, PREVI e estatais, e como agora sabemos mais uma razão porque FHC disse que o BB tinha que demitir, senão quebraria, seria lamentável se quebrasse, seus homens de confiança não teriam mais essas tetas para mamarem.

Nenhum governo teve mídia tão favorável quanto FHC, muito bem pagas com dinheiro público, as mesmas revistas e rede de televisão, que apoiaram Collor, renderam graças ao tucano, nem perceberam que ele quase quebrou o Brasil, mas, fez a fortuna dos grupos e classes dominantes, principalmente os banqueiros, pela política de juros altos.

Vale a pena ver de novo, veja, isto é o resultado de um governo neoliberal, vendilhão, autoritário, maquiavélico, corruptor e corrupto, pseudo-social e pseudo-democrático: Crescimento da economia de 2,4%, o pior da história.; O patrimônio público, as estatais, foi liquidado a preço de banana, valor inferior aos gastos efetuados para privatizar; No discurso, a privatização serviria para reduzir a dívida pública e para atrair capitais, na prática assistimos a um crescimento imenso da dívida pública; A dívida interna saltou de R$ 60 bilhões R$ 630 bilhões, a dívida externa dobrou de valor; O esperado afluxo de capitais não se verificou, a parceria entre as elétricas privatizadas e o governo gerou crise no setor, provocou longo racionamento; Para compensar o prejuízo e sofrimento do povo, o governo premiou as elétricas com sobretaxas e um esdrúxulo programa de energia emergencial; Portanto os capitais internacionais não vieram e a incompetência das privatizadas acabou financiada pelo povo.

FHC, seu partido, PSEUDO, seus asseclas, colheram o que plantaram, ódio, vingança e rejeição, PSICOPATAS, implantaram PLANO de privatização e demissões sugerido pela banca internacional, acabaram com muitas vidas. Imaginavam, tendo em vista todos os recursos que conseguiram, o apoio da mídia, dos banqueiros e empresários, de modo espúrio e corrupto, que iriam governar por 20 anos. Ficaram no poder somente 8 anos, mesmo assim, política de terra arrasada, quase acabaram com o nosso Brasil e com o nosso povo, “produziram” fantástica dependência externa, aumento absurdo da carga tributária (de 26% para 36% do PIB), imenso aumento do endividamento do Estado (de 30% para 57% do PIB), crescimento econômico medíocre,11 milhões de desempregados, gravíssimos problemas econômicos e sociais.

LUÍZ INÁCIO DA SILVA, vulgo Lula, após 22 anos de existência do partido, três derrotas e oito anos de oposição a Fernando Henrique Cardoso (com críticas ao modelo econômico e social), o ex-torneiro mecânico Luiz Inácio Lula da Silva, 57 (PT) chegou à Presidência da República, eleito com maioria em todos os segmentos do eleitorado. O Lulinha Paz e Amor passou a campanha pronunciando declarações simpáticas e evasivas. Foi o “marketeiro” Duda o principal responsável pelo comportamento de Lula durante a campanha, que evitou entrar em embate com seus adversários e procurou não abordar diretamente temas polêmicos, que pudessem lhe tirar votos. O presidente eleito foi capaz de se queixar da ‘ganância’ dos banqueiros e no mesmo dia animar o mercado financeiro. Prometeu modificar o ‘modelo econômico’ enquanto confirmava apoio às regras colocadas pelo FMI.

Foi a mais rica campanha presidencial da história do partido. O custo final ultrapassou R$ 35 milhões. O partido pediu autorização ao TSE para gastar até R$ 48 milhões. A infra-estrutura contou inclusive com carro blindado, guarda-costas e jatinho. Finalmente, desde 1989, sempre votamos em Lula, fomos demitidos e excluídos por causa disso, e até que enfim o Partido dos Trabalhadores chegou ao poder, um Governo Trabalhista, agora teremos dignidade e justiça, reintegração dos nossos empregos e aposentadoria roubados, ou não?

Os banqueiros tinham medo da vitória de Lula, mas comemoraram em 2002!!! Não se sabe o que aconteceu após um jantar oferecido meses antes da eleição por representantes do sistema financeiro a Lula. A Carta aos Brasileiros, assinada pelo PT em plena campanha eleitoral era clara demonstração de que o governo do PT seria fiador dos grandes interesses do capital financeiro, sob o comando do FMI. Por isso ela se tornou conhecida pelos seus críticos como Carta aos Banqueiros.

Se em 2002 a vitória da esquerda sinalizava o fim da fase neoliberal, hoje constata-se continuidade. O Brasil confirmava uma tese mundial: as forças de esquerda contrárias ao neoliberalismo, quando chegam ao poder, freqüentemente, tornam-se prisioneiras da engrenagem neoliberal. Esperávamos mudança profunda da política econômica, contraditando o FMI, contenção do fluxo de capitais que migram para o sistema financeiro internacional, combate ao projeto da ALCA, pela recuperação dos salários, fim do arrocho salarial, início da reforma agrária, enfim, pelo início de um programa efetivo de mudanças, com prazos e caminhos construídos com sólida impulsão social, no entanto, foi entristecedor constatar “reforma” da previdência pública e sua privatização, encomendada pelo FMI, imposição que o governo aceitou sem resistência, contrária aos direitos dos funcionários públicos, até então, um dos pilares de sustentação do PT.

Deste modo, o governo Lula derrotou a ação dos trabalhadores públicos, escolhidos novamente pelo governo como responsáveis pela tragédia brasileira, pois não se voltou contra os grupos dominantes, mas, contra os trabalhadores públicos, funcionários das estatais, lembrando os velhos e neoliberais filmes, astros Collor e FHC. Para não ter ninguém enchendo o saco, tentando despertar remorsos ou consciência indesejáveis, demitiram, expulsaram logo do partido a Senadora Heloísa Helena e os Deputados Babá e Luciana Genro, fundaram o PSOL.

No dia 07/05/2007, a direção do Banco do Brasil lançou um pacote de medidas contra o funcionalismo que visam a reestruturação do quadro pessoal do banco no sentido de “enxugá-lo” com demissões, aposentadorias forçadas, terceirização de serviços, transferências compulsórias, redução de salários, cargos comissionados, para demitir de forma “voluntária” 7.200 funcionários, além de “incentivar” aposentadorias de mais 12 mil funcionários.

Para alcançar a meta de cerca de 20 mil demissões, o pacote estabeleceu dois programas: um Programa de Adequação do Quadro de Pessoal (PAQ) e do Plano de Aposentadoria Antecipada (PAA). A rede de agências, alvo da direção do banco com o corte de comissões e cargos gerenciais, o fim de qualquer substituição, o estabelecimento do critério de cumprimento de metas para promover comissionamentos e descomissionamentos, a redução de cerca de 40% dos caixas, 3 mil de imediato devido à terceirização do processamento de envelopes de depósitos, etc. JÁ VIMOS ESTE FILME ANTES, NO TEMPO DOS NEOLIBERAIS, OU, SERIA A CONTINUIDADE, MAIS UM CAPÍTULO DA MESMA NOVELA?

Derrota da mensagem do Presidente Lula que pede a ratificação da Convenção 158 da OIT, que proíbe a demissão imotivada. A Comissão de Relações Exteriores aprovou por 20 votos contra um, o parecer do deputado Julio Delgado (PSB/MG), contrário a mensagem presidencial. A trajetória da Convenção 158 da OIT no Brasil é marcada por idas e vindas. Ela foi adotada pelo governo brasileiro em setembro de 1992 por meio do Decreto Legislativo 68, mas só foi ratificada em janeiro de 1995, durante o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, e entrou em vigor um ano depois, em janeiro de 1996, em meio a protestos do empresariado. À época, a Confederação Nacional dos Transportes (CNT) entrou com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) contestando a vigência e auto-aplicabilidade da Convenção 158. Antes mesmo que o Judiciário se posicionasse sobre o assunto, o governo editou o Decreto 2.100 interrompendo o compromisso de cumprimento de seus dispositivos sob os argumentos de que a adesão traria ao Brasil perda de competitividade internacional, além de provocar confusão jurídica.

A CONFUSÃO JURÍDICA FOI CRIADA POR FHC, COM DECRETOS IMORAIS E INCONSTITUCIONAIS, PARA ANULAR A RATIFICAÇÃO DA CONVENÇÃO 158, INTERFERÊNCIA NO PODER LEGISLATIVO. Os decretos de FHC foram revogados, extintos, MAS O DECRETO LEGISLATIVO 068/92 CONTINUA EM VIGOR.Como se pode constatar, a discussão sobre a ratificação da Convenção 158 não é nova, como faz crer o movimento sindical que a “hasteou” durante a IV Marcha dos Trabalhadores à Brasília. Entre as reivindicações do movimento, estavam a ratificação de duas convenções da OIT, a 158 e a Convenção 151. Foi para atender às reivindicações do movimento que o presidente Lula as encaminhou para aprovação do Congresso Nacional, o que reacendeu a antiga polêmica entre empresários e trabalhadores (movimento sindical).

O resultado da votação foi comemorado pelo lobby das entidades patronais, que trabalhou dia e noite para obtê-lo. Mas, a Convenção 158 da OIT já estava - e continua - vigente e aplicável. Portanto, a votação do último dia 02 na Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara foi inócua. Como inócuo era o pedido presidencial que constituía seu objeto.

NÃO ENTENDEMOS O QUE A MENSAGEM PRESIDENCIAL PEDE, OUTRO DECRETO LEGISLATIVO? MAS, SE EXISTE UM, EM VIGOR, SERÁ QUE IRIAM REVOGAR O DL068/92 PARA FAZER UM NOVO DL PARA SER MAIS UM DESRESPEITADO? NENHUM ATO DO EXECUTIVO DE LULA OU FHC PODE OU PODERIA REVOGAR O DECRETO: Parágrafo único. São sujeitos à aprovação do Congresso Nacional quaisquer atos que possam resultar em revisão da referida convenção, bem como aqueles que se destinem a estabelecer ajustes complementares.

QUE PALHAÇADA, QUE CIRCO É ESTE? A QUEM QUEREM ENGANAR? A Convenção 158 da OIT, que disciplina o exercício do poder de dispensa e proíbe a demissão imotivada, já estava – e continua – vigente e auto-aplicável, e o poder público, corrupto dominado pelo poder econômico, sempre ignorou isto. O GOVERNO LULA IGNORA TAMBÉM, POIS SERIA MAIS UM MOTIVO PARA ANULAR AS DEMISSÕES DO BB, MAS, ANULAR DEMISSÕES, SER DIGNO E JUSTO, ISTO PARECE QUE O GOVERNO LULA NÃO QUER, NÃO É DO SEU INTERESSE!
Lula nomeou o seu presidente para o BB, Cássio Casseb Lima, executivo do Citybank, escolha do ministro da Fazenda, Antonio Palocci Filho, por ser um nome de credibilidade no mercado financeiro, talvez porque não encontrou nenhum nome dentro do banco que merecesse tal cargo, e ele mostrou “serviço”.
Casseb Lima admirava P. C. Ximenes: Tem gente que detesta Paulo César Ximenes, que começou o processo de corte de funcionários; eu quero fazer uma estátua para ele porque ele salvou o banco”. Nossas lembranças, PDV, terror, tortura suicídios, demitir para roubar, enxugar e matar, corrupção, nos fazem sugerir construírem uma jaula, cadeia em praça pública para Ximenes, com espaço também para seus admiradores, poderiam ficar olhando dia e noite para seu ídolo.
Talvez Casseb também não saiba que o mesmo Ximenes que ele diz ser o salvador do banco foi o responsável pelo acordo entre o BB e o banco alemão Delitsche Bank, causando um prejuízo de U$ 200 milhões, talvez o admire porque jogam no mesmo time.

 

O presidente do Banco do Brasil, Cássio Casseb Lima suspeito de envolvimento em espionagem internacional e acusações de favorecer ao PT: Monitorado pela Kroll, contratada para abastecer de dados a guerra de empresas telefônicas do Brasil, Casseb foi seguido num encontro em Lisboa com executivos da Telecom Itália; O BB é acusado de comprar R$ 70 mil em ingressos para um show em Brasília de angariação de fundos para a nova sede do PT.

Casseb tem uma conta bancária no paraíso fiscal de Nassau que foi localizada pela CPI do Banestado. A diferença entre a conta do Citibank e as movimentações no MTB Bank e no Northern é que as duas últimas (US$ 326,4 mil) são desconhecidas da Receita. Na primeira, no começo de junho, saíram US$ 166,4 mil da conta da off-shore Orange (é laranja, sim) International limited, nas Ilhas Virgens. O banco que remete é o MTB. A segunda transação ocorre no dia 4 de agosto. Desta vez é a off-shore Kundo S/A cujo endereço é uma caixa postal, também nas Ilhas Virgens que envia. Pelo rastreamento da conta os peritos identificaram que ela está em nome de Cássio Casseb no Northern.

Guerra dentro e fora do BB com o objetivo de derrubar Cássio Casseb. Contratações feitas pelo banco no final do ano passado são utilizadas como munição. Sem licitação, o BB empregou os consultores Boanerges Ramos Freire, James Rubio e Joaquim Xavier da Silveira por salários de até R$ 820 mil, por ano, para cada um. A remuneração mínima foi estabelecida em R$ 540 mil. Os três foram executivos da Credicard, empresa que Casseb presidiu. James e Joaquim trabalharam diretamente com Casseb na administradora de cartão de crédito e Silveira foi seu colega no Citibank. Casseb foi vice-presidente de Tesouraria do banco americano. Os consultores foram contratados para a implantação do Banco Popular do Brasil, braço do BB criado no ano passado para operar com microcrédito.

O presidente do Banco do Brasil, Cássio Casseb, pediu demissão. Para substituí-lo, Palocci designou interinamente o vice-presidente da área internacional do BB, Rossano Maranhão. Segundo o ministro, Casseb dissera, ao ser convidado para o cargo, que não ficaria no BB durante todo o governo, mas por um ano e meio ou dois. Palocci negou que a demissão tenha sido causada por motivações políticas, mas, queriam que a presidência do BB ficasse com alguém do PT, para dar ao banco um perfil mais “social”.

O novo presidente, Rossano Maranhão, ingressou no Banco do Brasil em 1976. Vice-presidente de Negócios Internacionais e Atacado desde 2001, também ocupa a presidência da BB Leasing.

Uma fita entregue a uma das assessoras mais graduadas da Casa Civil, Sandra Cabral, derrubou dois vice-presidentes e um diretor da estatal Cobra Tecnologia. Eduardo Armond, responsável pelas relações com clientes governamentais, Wladimir Santos, vice-presidente de tecnologia, e Eduardo Portela, diretor-comercial, perderam o cargo no dia 9 sob suspeitas de corrupção. Oficialmente, o Banco do Brasil, controlador da Cobra, tratou a saída dos dois como uma mudança rotineira e motivada apenas por estratégias de negócios. Fontes da Casa Civil e do Ministério da Fazenda, porém, confirmam que o caso foi de corrupção. O presidente do BB, Rossano Maranhão, interveio na empresa e determinou a demissão.

MENSALÃO - O Banco do Brasil dificultou a investigação da CPI dos Correios, demorando a atender os pedidos e até fornecendo informações erradas sobre sigilos quebrados. O BB entregou a nota técnica que permitiu à CPI concluir – 149 dias depois de instalada – que era dinheiro sacado do Tesouro os milhões que alimentaram o esquema de corrupção do PT, a serviço do governo Lula. Até o deputado José Dirceu foi vítima de informações erradas fornecidas pelo BB a CPI, na quebra de seu sigilo bancário: em seus extratos constavam depósitos falsos de empresas fornecedoras de material elétrico O BB só informou saques de dinheiro público para o PT “quando eles viram que não tinha mais jeito”, conta o deputado tucano Eduardo Paes (RJ).

Segundo o relator da CPI, Osmar Serraglio (PMDB-PR), o BB repassava dinheiro público à agência DNA por meio da empresa Visanet, da qual o banco é sócio. Marcos Valério aplicava-o nos bancos Rural e BMG e fazia empréstimos no mesmo valor, “lavando” o dinheiro do esquema de Delúbio. O empresário Marcos Valério insiste que o dinheiro liberado para o esquema do PT foi produto de empréstimos, que totalizam R$ 55,9 milhões. Seus advogados até já estão cobrando a dívida do PT na Justiça. Em nota, ontem, a Visanet garantiu que foi o Banco do Brasil que ordenou a liberação de dinheiro para a agência DNA. Quando perceberam que a Visanet ia aparecer no escândalo do mensalão, dirigentes da empresa insistiram numa “conversa privada” com dirigentes da CPI dos Correios. Os parlamentares fugiram do papo como o diabo da cruz.

O presidente do BB, Rossano Maranhão, tem muito a dizer sobre Henrique Pizzolato. Enquanto o ex-colega de diretoria depunha na CPI dos Correios, ele ligava para um senador entregando: “Esse cara é um perigo!” Não custa lembrar: Henrique Pizzolato revelou na CPI dos Correios que a Visanet pagou R$ 1,2 milhão por “showmícios” de Zezé de Camargo & Luciano para a campanha presidencial de Lula, em 2002. O governo Lula acha que o dinheiro do banco não é do Brasil, mas do PT. “Banco do PT”!

Depois de seis meses de crise política, a CPMI dos Correios propôs, na quinta-feira 10, que Delúbio Soares, o ex-tesoureiro do PT, e Marcos Valério de Souza, o dono das agências DNA e SMP&B, sejam indiciados por vários crimes, incluindo corrupção ativa, evasão de divisas, sonegação fiscal e formação de quadrilha. O próximo alvo dos parlamentares é o ex-diretor de marketing do Banco do Brasil, Henrique Pizzolato. Seu nome voltou ao centro das investigações após a descoberta, uma semana atrás, de que R$ 10 milhões do Banco do Brasil foram desviados para o caixa dois do PT. O esquema funcionaria através da Visanet, uma empresa de cartões de crédito, que possui um fundo milionário para investimentos em propaganda. Segundo parlamentares, Pizzolato teria autorizado o repasse antecipado de R$ 58,3 milhões à DNA e parte desses recursos teria retornado ao caixa dois do PT.

Pizzolato decidiu desabafar e concedeu à DINHEIRO sua primeira entrevista após a denúncia. Atribuiu a responsabilidade pela escolha da DNA ao ex-presidente do BB, Cássio Casseb, ao ex-ministro da Comunicação, Luiz Gushiken, e ainda a outros diretores do banco. “Se existia algo montado para favorecer o PT, era em escalões superiores, muito acima da diretoria de marketing”, disse ele. Pizzolato relatou que a ordem de assinar os repasses à DNA partiu de Gushiken. Ele disse: vai lá e assina”.

Funcionário concursado do Banco do Brasil há 31 anos, Pizzolato declarou que seu salário de quase R$ 40 mil era “motivo de chacota”. Outros executivos da iniciativa privada, comparou, ganhavam muito infinitamente mais do que ele. Na verdade, o salário do ex-diretor no Banco do Brasil era de R$ 19 mil. O valor era complementado pela atuação como conselheiro da Embraer (R$ 12,5 mil), da Previ (R$ 4,8 mil) e da ANABB (R$ 3 mil). Ele também garantiu aos parlamentares que há mais de dez anos não participa de reuniões do diretório do PT e ressaltou que o cargo de direção no BB não tem relação com a política. Pizzolato disse ter sido indicado pelo ex-presidente do banco Cássio Casseb. O depoente revelou ainda que participava do comitê financeiro da campanha eleitoral de Luiz Inácio Lula da Silva.Os parlamentares pediram explicações sobre gastos feitos por Pizzolato com o cartão corporativo da Previ. Nos extratos, aparecem compras de vinhos e até a assinatura de uma página pornográfica da internet. Sobre os vinhos, o ex-diretor de Marketing explicou que, em geral, eram presentes para grandes clientes do Banco do Brasil. A assinatura do site pornográfico, porém, não foi confirmada por Pizzolato. “Não fui eu, a Previ não mandava as faturas dos gastos para mim”, disse.

 De bolsos cheios. Agora, além de ser da Maria, do João e do Pedro, o Banco do Brasil também é do Adézio, do Pizzolato e de outros vários aproveitadores. Petistas usam norma do Banco do Brasil para ganhar uma pomposa ajuda financeira. Controlado pelo governo federal, principal acionista, o banco tem um longo histórico de interferências políticas. Toda vez que o poder muda de mãos, todos os seus dirigentes acabam substituídos. Em 2003, para dar mais segurança à diretoria a cada troca de governo, o BB criou o Programa de Alternativas para Executivos em Transição, apelidado de Paex. Ele prevê que o presidente, vice-presidentes, diretores e gerentes executivos que deixarem o banco recebam o equivalente a doze salários e um benefício proporcional ao tempo de serviço, que pode chegar a 80% de um salário, por ano trabalhado. Até agora, cinqüenta dirigentes já aderiram ao Paex, recebendo em média 300 000 reais cada um.

A boa intenção do governo, porém, vem sendo usada por um grupo de espertalhões para subverter a essência do programa e encher os bolsos de dinheiro. O caso mais emblemático envolve o atual vice-presidente de crédito do BB, Adézio de Almeida Lima, no banco há 35 anos e, graças à sua militância no PT, eliminou etapas na carreira. Antes de Lula tomar posse, Adézio era gerente executivo. Em 2003, assumiu o cargo de vice-presidente, com um salário de 27 000 reais, por indicação do PT de Minas Gerais. Em agosto passado, ele aderiu ao Paex. Embolsou, no total, mais de 800 000 reais. Dias depois da aposentadoria, porém, Adézio reassumiu o mesmo cargo, indicado como funcionário de confiança do presidente do BB, e manteve o salário de 27 000 reais.

Investigado no escândalo dos aloprados, quando petistas ligados ao comitê de campanha do presidente Lula foram presos comprando um falso dossiê contra tucanos, Adézio era superior hierárquico de Expedito Afonso Veloso, um dos mentores da operação. Procurado por VEJA, ele mandou dizer, por meio da assessoria de imprensa do BB, que o caso “é pessoal” e que não se manifestaria.

O programa criado para dar mais estabilidade a executivos em transição também tem servido para tornar mais confortável o exílio de petistas enroscados em escândalos de corrupção. É o caso do ex-diretor de marketing do BB Henrique Pizzolato. Depois de receber um “empréstimo” de 326 000 reais do empresário Marcos Valério, o operador financeiro do mensalão, Pizzolato aderiu ao Paex uma semana depois de descoberto. Em vez de ser sumariamente demitido, ele foi premiado. Embolsou 365 000 reais do banco na condição de diretor que estava indo embora. As regras do Paex excluem do programa quem responde a processos administrativo, judicial ou trabalhista. O processo contra Pizzolato só foi aberto depois que ele já havia enchido os bolsos. O BB afirma que, tanto no caso de Adézio como no de Pizzolato, as normas do programa foram respeitadas. (Por Veja 12/06/2008).

Sindicalistas novos ricos causam perplexo aos petistas O petista e sindicalista Henrique Pizollato, um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores, foi demitido de dois cobiçados cargos: diretor de marketing do Banco do Brasil e presidente do Conselho Deliberativo da Previ, o maior fundo de pensão da América Latina. Dizem que Pizollato recebeu em seu apartamento no Rio de janeiro no início de 2004 malas de dinheiro enviadas por uma das agências de Marcos Valério, dono, entre outras, da DNA Propaganda. No mês seguinte, o sindicalista comprou um apartamento em Copacabana por R$ 400 mil.

Quando a denúncia veio à tona, Pizollato, 53 anos, dono de dez imóveis avaliados em R$ 2,15 milhões, pediu aposentadoria do banco estatal. Calcula-se que vai se aposentar com 31 anos de serviços prestados, o que lhe confere receber salários integrais, como se estivesse na ativa. Pizollato, dois anos e meio à frente da diretoria de Marketing do BB, controlava um orçamento anual de R$ 140 milhões –40% eram escoados para os contratos firmados com as agências de Marcos Valério. Depois da saída de Pizollato, o Banco do Brasil rescindiu contratos com a DNA. São vários. Mas o primeiro episódio de Pizollato que veio à tona foi quando o Banco do Brasil pagou R$ 70 mil em ingressos do show da dupla Zezé di Camargo e Luciano para construir a sede do PT.

Sérgio Rosa, presidente da PREVI, foi convocado pelo presidente do BB, Rossano Maranhão, para se explicar. O clima foi de mal-estar. O Citibank e a Previ, o fundo de pensão do Banco do Brasil, firmaram um contrato pelo qual se comprometem a vender juntos suas ações na Brasil Telecom, avaliadas em mais de 1 bilhão de reais. O acordo foi assinado há seis meses, mas a diretoria do Banco do Brasil só tomou conhecimento dele recentemente.

Mas, lemos: “o Banco do Brasil está muito tranqüilo com o que vem acontecendo na PREVI”, afirmou o presidente do Banco, Rossano Maranhão”, lembrou que o Banco completa 200 anos em breve e que têm sido fundamentais a união e o trabalho de todos. AFINAL DE CONTAS, CLIMA DE MAL OU BEM-ESTAR? PARA BENEFÍCIO DE QUEM?

Rossano Maranhão não é mais presidente do Banco do Brasil. Em seu lugar, assume interinamente Antonio Francisco de Lima Neto, atual vice-presidente de Varejo e Distribuição da instituição. O novo presidente tem 41 anos e começou a trabalhar no Banco do Brasil em 1979. Passou pela Diretoria de Negócios Internacionais e Atacado e foi diretor-gerente da BB Leasing e BB Securities. Para Lima Neto, exercer o novo cargo é “um desafio”. Ele não informou sobre eventuais mudanças que pretende adotar na diretoria do banco.

O presidente do Banco do Brasil, Francisco Lima Neto, afirmou que não houve manipulação dos dados encaminhados à CPI dos Cartões Corporativos. Integrantes da bancada de oposição colocaram em dúvida a legitimidade das informações repassadas pelo banco, além de alegarem divergências com os dados repassados ao Tribunal de Contas da União (TCU). Também acusaram a instituição de não darem acesso à totalidade das informações requeridas pela Comissão. Lima Neto justificou as diferenças de informações repassadas ao TCU e à CPI. “Os dados não estão incompletos. Na realidade são duas requisições feitas em momentos distintos”, alegou.

Ele insistiu em dizer que não houve manipulação dos dados encaminhados pelo banco. Não é da história do Banco do Brasil, e nem do nosso propósito, fazer qualquer tipo de manipulação com dados”, acrescentou. Conhecemos a “história” do BB sobre manipulação de dados, principalmente contábeis para simular prejuízos a fim de demitir abusivamente, melhor contar outra, presidente, esta já é manjada.

O advogado e especialista em Direto Previdenciário, Adacir Reis, foi indicado para a Secretaria de Previdência Complementar (SPC). A indicação foi feita pelo ministro da Previdência e Assistência Social, Ricardo Berzoini, no momento de sua posse.

O Secretário Adacir Reis declarou: A previdência complementar, ao contrário dos regimes básicos de previdência, é de filiação voluntária e ancorada no regime financeiro de capitalização. Em sintonia com tais princípios, cabe ao Estado mobilizar suas atenções para a fiscalização, no interesse dos participantes. Dessa forma, seu papel é contribuir para a transparência e solvência dos fundos de pensão, deixando às partes que compõem a relação no âmbito de um plano de previdência a liberdade de contratação dos benefícios. Discurso vazio de defesa dos participantes, na prática, o secretário Adacir assinou o parecer 013/2003, documento encomendado pela ABRAPP - Associação Brasileira de Entidades Fechadas de Previdência Complementar - a fim de embasar petição para que fosse revista a súmula 289 do STJ, a restituição das parcelas pagas a plano de previdência privada deve ser objeto de correção plena, por índice que recomponha a efetiva desvalorização da moeda, nossa única e minguada conquista no tribunal dito da cidadania. Se o BACEN consideramos clube dos banqueiros, a SPC vimos como clube dos fundos de pensão e das estatais, pois defende os interesses desses, danem-se os direitos dos participantes. Interessante, imaginamos o que devem ter pensado ou acontecido com os clientes do Adacir Reis, pois, advogado previdenciarista, representava vários colegas demitidos (levaram um pé no traseiro?) contra os fundos de pensão, ações judiciais pela restituição das contribuições pessoais e patronais corrigidas, e foi justamente CONTRA ESTA CORREÇÃO PLENA QUE O PARECER 013/2003, ASSINADO PELO SECRETÁRIO ADACIR, SE INSURGIU.

O Ministro da Previdência Ricardo Berzoini, em 2003, numa reunião com nossos advogados, em Brasília, sobre as cotas patronais da PREVI, disse que a situação seria resolvida, porque o defenestrado Ministro da Fazenda Palloci sabia, o Lula sabia, todo mundo sabia que fomos roubados, resolveriam. Disse para nossos advogados que aguardassem somente o final da reforminha da previdência, outra violação dos direitos dos trabalhadores dirigida pelo deputado, “companheiro” e “colega” de BB José Pimentel, hoje Ministro da Previdência. Sabe o que aconteceu? Concluída a reforminha, o Berzoini foi nomeado ministro do trabalho, nomearam outro na previdência, de outro partido, tudo ficou o dito pelo não dito. Escafedeu-se o “companheiro e colega” Berzoini.

Nosso colega Heitor Paiva, quem quis leu no blog dos Demitidos do BB, o e-mail que ele enviou para o Berzoini, agora Presidente do PT. Não recebeu resposta.

Desempregado e distribuindo currículos (sabemos das dificuldades de encontrar emprego aos 50 anos) foi até o escritório, diretório em SP, sabe-se lá o quê, do presidente do PT, Berzoini, para perguntar por que não deram resposta ao seu e-mail.

A assessoria do “companheiro” disse ao Heitor que fosse procurar a direção do partido em Brasília. Foi isto mesmo, pediram pro desempregado, demitido do BB, que fosse a Brasília procurar a direção do partido. Ora, ele estava no escritório, diretório em SP, sabe-se lá lá que merda é aquela, do presidente do PT. Vá para Brasília, procurar a direção do PT, otário”.

Disseram mais para o Heitor, que o Berzoini não sabia o que poderia fazer pelos demitidos porque “vocês pediram demissão voluntária”! Inacreditável, mas foi isso mesmo que a assessoria do ex-lider sindical, que protegeu seu traseiro nas demissões pela imunidade sindical, disse para o Heitor, demitido, colega, contemporâneo de trabalho e de CESEC, eleitor, ele, sua família e seus amigos, do Berzoini. Cinismo, deboche, ignorância, o que podemos pensar desse companheiro?

Além disso, tiveram a cara de pau de acrescentar o seguinte para o Heitor:Outro problema é que o Berzoni é ex-colega de vocês, não fica bem ele ficar defendendo a causa de vocês”.

MAS, A CAUSA DA ESPOSA DELE, TAMBÉM FUNCIONÁRIA DO BB, APOSENTADA, ELE SOUBE DEFENDER, FICOU “BEM” PARA ELE CONSEGUIR UM EMPREGO COM SALÁRIO DE 19 MIL REAIS, NO GABINETE DOUTRO “COMPANHEIRO” E “COLEGA” DE BB, O ATUAL MINISTRO DE PLANEJAMENTO PAULO BERNARDO.

Emprego: Assessora do Gabinete do Deputado Federal Paulo Bernardo

Nomeação: Maio de 2003 - Salário: R$ 19.500,00

Gushiken era o ministro que tinha mais vínculos, falava em nome do presidente. Lula liderava as greves dos metalúrgicos no ABC paulista e Gushiken dirigia as dos bancários. Foram vizinhos de cela, quando presos em decorrência de suas atividades políticas durante a ditadura. Fundaram juntos o PT e nunca se distanciaram. Em 1989, Lula avisou que só concorreria ao Planalto com Gushiken na presidência do partido. “China”, como Lula o chama, acabou assumindo a coordenação (tesoureiro) de três das quatro campanhas presidenciais petistas das quais participou. Gushiken escolheu dois amigos, para mais importantes ministros do governo: o da Fazenda, Antônio Palocci, e Berzoini. Adacir Reis, ex-assessor de Gushiken na Câmara dos Deputados, assumiu a Secretaria de Previdência Complementar – posto de onde se controlam os poderosos fundos de pensão. Gushiken também é consultado sobre nomeação para cargos importantes nos bancos federais e estatais. Dois diretores do Banco do Brasil passaram pelo seu crivo e ajudava a escolher os futuros dirigentes da PREVI o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, e da PETROS, dos empregados da Petrobras. Deputado federal eleito três vezes pelo PT, Gushiken foi contra os principais pontos da reforma da Previdência quando proposta pelo governo FHC. Mais recentemente, transformou-se num dos mentores do PT light. Abandonou quase todas as suas velhas propostas sobre a Previdência.

Valmir Camilo, conselheiro da PREVI e presidente da Associação Nacional de Funcionários do Banco do Brasil - ANABB - diz que pretende denunciar ao Ministério Público Federal e aos congressistas os dirigentes da Previ, fundo de pensão dos funcionários do BB. Camilo acusa os demais dirigentes de estarem gerindo a Previ de acordo com interesses do governo e do PT. Em entrevista à Folha, ele afirmou que presidente da Previ, Sérgio Rosa, e os demais conselheiros ligados ao PT vêm fechando negócios sem prestar explicações aos participantes da Previ. O objetivo seria arrecadar mais recursos para a campanha petista nas eleições do próximo ano. Além disso, diz ele, dirigentes do fundo estariam agindo, ao lado do PT, em favor da Companhia Vale do Rio Doce (CRVD), em que a Previ tem participação.

Isso estaria acontecendo em detrimento da Brasil Ferrovias, outra empresa na qual a Previ é sócia. Ele também critica a atuação no setor de telecomunicações. “A disputa da Previ com o banqueiro Daniel Dantas é uma cortina de fumaça para encobrir essa relação espúria do PT com os italianos [Telecom Itália]. Está na cara que aí tem dinheiro grosso, de campanha“, afirmou Camilo. Segundo fontes da instituição, nenhuma prova de má gestão da Previ foi apresentada a ele por Valmir Camilo.

Camilo disse que eles sabem que tenho as provas. O presidente da Anabb informou também que procurou o presidente do Banco do Brasil, Rossano Maranhão, para relatar problemas na Previ. Na avaliação do presidente da Anabb, o sistema de fundos de pensão sofre com uma fiscalização viciada.O secretário de Previdência Complementar, Adacir Reis, era assessor do ministro Gushiken. Esse setor está sendo operado pelo Gushiken. As pessoas administrando os fundos de pensão estão nas mãos dele e quem controla e fiscaliza também. Qual é a garantia dos participantes?”, indagou.


O senador Heráclito Fortes defendeu, nesta terça-feira (17), a criação de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) para investigar as denúncias feitas contra a Previ, fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, por Valmir Camilo, presidente da ANABB. Camilo, que também é conselheiro da Previ, acusa os demais dirigentes de estarem gerindo a Previ de acordo com interesses do governo e do PT. E é preciso que o Governo apure, porque já se diz pelos corredores que estamos vivendo a “República da Previ”. E o silêncio do Governo, em um momento como este, é um silêncio criminoso”, completou o senador Heráclito.

A ANABB entrará na justiça contra resolução 26. Foi publicada no Diário Oficial a resolução n.º 26, de 29 de setembro de 2008, que dispõe sobre os procedimentos na apuração do resultado, na destinação e utilização de superávit e no equacionamento de déficit dos planos de benefícios de caráter previdenciário. A matéria foi aprovada pelo Conselho de Gestão da Previdência Complementar (CGPC). A ANABB rejeita a aprovação da resolução e vai entrar na justiça contra a decisão. Na manhã desta quarta-feira, a diretoria da ANABB se reuniu com advogados que vão entrar com Mandado de Segurança contra o Ministro da Previdência Social, José Barroso Pimentel, que assina a resolução. Puxa, de novo o “companheiro” e “colega” Pimentel?

O Banco do Brasil pretende utilizar parte do superávit da PREVI. BB usa, de forma ilegal, dinheiro que não pode sair da Previ para aumentar lucro O Banco do Brasil publicou, na última sexta-feira, fato relevante anunciando que utilizará R$ 5,33 bilhões do superávit da Previ para gerar lucro de R$ 2,52 bilhões, para cobrir parte do déficit atuarial do plano de assistência à saúde da Cassi (R$ 1,26 bilhão) e aumentar em R$ 1,7 bilhão sua provisão para devedores duvidosos. O banco alega estar revendo os cálculos de seus ativos e passivos atuariais à luz das resoluções CVM 371/01 e CGPC 26/08, na verdade, o banco está mesmo praticando um ilícito contábil. O lucro gerado por esta medida ocasionará a distribuição de dividendos aos acionistas, sendo o Governo Federal o maior deles. O banco distribuirá valores gerados ficticiamente através da contabilização de recursos que não lhe foram disponibilizados.

BASTA, chega desta merda toda, foi para isto que votamos nesta corja? Foi para isso que vários colegas, militantes, (nada recebiam, hoje os “militantes são são pagos), eleitores do Lula e dos “companheiros” do PT, lutaram nas ruas?

CONCLUSÕES DOS DEMITIDOS: Como é difícil escrever sobre demissões políticas e corruptas, econômicas e extorsivas, tamanha a quantidade de fatos, denúncias, acusações, tanta sujeira que é preciso “selecionar” as maracutaias, mesmo assim, muita coisa fica sem citação, pobres ladrões e corruptos que ficaram de fora, magoados, porque qual é a graça de roubar e ser esperto se ninguém divulga? Com certeza, aos maiores roubos e corruptos não se tem acesso, crimes perfeitos, protegidos pelo poder público e pelos companheiros de partido. Lula, enquanto deputado, falou de 300 “picaretas” no Congresso. Hoje, depois do que vimos, com os “companheiros” incluídos, muito mais de 3/4 dos parlamentares podem ser assim chamados. Por esses motivos, não podemos nem pensar em sugerir uma CPI DAS DEMISSÕES, além do mais, já estamos fartos de pizza. Poderíamos escrever para o Lula, já fizemos, mas ele não gosta de ler, nem saber, quando tudo estourar, vai dizer que “não sabia”, já disse isso muitas vezes.

Crime perfeito e lucrativo, “demitir e roubar”, “demitir para roubar”, foi o que BB e PREVI descobriram desde 1990. O MAIOR NEGÓCIO DO BB, rentabilidade de 500 a 1.000% sobre os valores “investidos” nos golpes de incentivo financeiro”. Somente vantagens, evidente, se não considerarmos que lidavam com pessoas, milhares foram mortas pelo enxugamento e matança. Também cometeram crimes, roubo e indução ao suicídio, deixa prá lá, disseram somente dados estatísticos. Mas, como eles não se importam com isso, ignoram e se fixam nos resultados, foi um grande negócio, principalmente se considerarmos que salvou da falência o BB, resolveu o problema dos aposentados do BB, não interessa se com os salários de aposentadoria dos demitidos, detalhes sem importância. Há que se ressaltar a substituição de mão de obra possível com as demissões, pois, cooperativas, estagiários, várias formas de exploração do trabalho puderam ser adotadas, disseram milhares de novos empregos, mas, não consideraram que cada demitido com um salário classe média desemprega umas dez pessoas, claro, prá isso tem o assistencialismo. DEMISSÕES POR QUESTÕES ECONÕMICAS E EXTORSIVAS.

As ratazanas da corrupção, presentes em todos os governos. Interessante, também perceptível em todos os governos, O TESOUREIRO DE CAMPANHA, O “CAIXA DO PARTIDO, sempre colocam no BB ou na PREVI, alguém sabe por quê?

Impressionante mesmo é ver como esses governos são iguais, principalmente nas políticas públicas, todos diagnosticam o mesmo mal, ao invés de combaterem a corrupção do governo anterior, aquela que vem conjunta, intestina em cada um companheiro, aliado ou áulico do novo governo, elegem os funcionários públicos e das estatais como problema, “decisão” imediata do “estadista”, demiti-los. Também não consideram o problema social, nem Leis, Constituição, direitos, prá resolver isso nomeiam ministros dos tribunais superiores, corrompidos colaboram.

Definitivamente comprovamos a perseguição política dos governos Collor, FHC e Lula aos demitidos do BB, mas, somos perseguidos políticos não-violentos, apenas trabalhávamos em bancos, não sequestramos, matamos, não roubamos bancos, ironicamente nós é fomos roubados pelo Banco do Brasil, não pegamos em armas, pelo contrário, dirigiram todas as armas do poder político e econômico contra nós, até a mídia, para roubar nosso emprego, aposentadoria, plano de saúde, todos os nossos direitos que eles não tinham nenhum direito de tirar. Porém, fomos perseguidos não só por Collor, FHC e Lula, nossos DIREITOS MORAIS, LEGAIS, CONSTITUCIONAIS, HUMANOS foram negados também pelo legislativo e judiciário, pelo poder público corrupto, REGIME DE EXCEÇÃO EXECRÁVEL.

Não é mais somente uma questão de dignidade e justiça, mas, de humanidade, honestidade, talvez não seja possível acabar com a sem-vergonhice que vimos, porém, só a reintegração plena de direitos aos demitidos (ou suas famílias), desde 1990 até hoje, pode compensar, pouco, o sofrimento de uma geração de trabalhadores e cidadãos excluídos da nação por causa dos interesses espúrios, políticos e econômicos.

 OS RECURSOS, PARA INDENIZAÇÃO DOS PERSEGUIDOS POLÍTICOS PELO AUTORITARISMO POLÍTICO E ECONÔMICO, DEVEM SAIR DO MESMO LUGAR DE ONDE TIRARAM OS BILHÕES PARA INDENIZAR OS PERSEGUIDOS POLÍTICOS DA DITADURA, DO MESMO BB QUE NÃO QUEBROU PORQUE TEVE LUCROS BILIONÁRIOS COM AS DEMISSÕES ABUSIVAS, OU AINDA, DA PREVI SUPERAVITÁRIA EM BILHÕES POR CAUSA VIL DAS APROPRIAÇÕES INDÉBITAS, ANTES QUE AS RATAZANAS DA CORRUPÇÃO METAM A MÃO NO SUPERÁVIT DA PREVI.

REINTEGRAÇÃO AO EMPREGO, APOSENTADORIA, PLANO DE SAÚDE, PECÚLIO, EMPRÉSTIMO IMOBILIÁRIO, CONTINUIDADE DO CONTRATO DE TRABALHO, ANULAÇÃO DAS DEMISSÕES, SEM ESQUECER DAS PENSÕES E INDENIZAÇÕES DOS FAMILIARES DOS DEMITIDOS QUE FORAM MORTOS, CRIMINOSAMENTE, PELO PODER PÚBLICO.

Um governo continuará no poder enquanto for humano, justo e honesto” (Provérbios: 20.28

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