DEMITIDOS DO BB

Comentários, depoimentos, sugestões e propostas sobre as demissões abusivas de milhares de funcionários do Banco do Brasil, os Demitidos do BB, visando a reintegração ao BB, restituição da PREVI e reabilitação à CASSI, CAPEC e CARIM.

14/9/08

SALA DE DEBATES II - COMENTÁRIOS

COMENTÁRIOS SOBRE TODOS OS ASSUNTOS E POSTS 

Espaço para comentários, depoimentos, sugestões e propostas sobre as demissões abusivas de milhares de funcionários do Banco do Brasil, página negra da História do BB, da PREVI e do Brasil, quando a Moral e os Bons Costumes, a Legislação Federal e os Princípios Fundamentais da Constituição da República do Brasil foram ignorados, vários direitos usurpados, aviltados e negados aos Demitidos do BB.

Os Demitidos do BB objetivam reintegração ao BB, restituição da PREVI e reabilitação à CASSI, CAPEC e CARIM. Sem esquecer das pensões e indenizações devidas às famílias dos demitidos falecidos.

A palavra certa na hora certa é como um desenho de ouro feito em cima de prata”. (Provérbios 25:11)

criado por schmaedeke    11:49:00 — Arquivado em: Demissão e Apropriação Indébita, Perseguição Política e Regime de Exceção

20 Comentários »

  1. Colega Beatriz,

    Talvez nem todos os funcionários do BB soubessem dos dispositivos do regulamento da PREVI, porém, agora sabemos que o regulamento era imoral, ilegal e inconstitucional, assim também foi o contrato de trabalho do BB, porque nos obrigou a aderir à PREVI, CASSI E CAPEC.

    Veja os posts “Fraude no Decreto 81.240/78″, você vai perceber o quanto fomos prejudicados pela PREVI e BB.

    “A comida que se consegue desonestamente pode ser muito gostosa, mas depois será como areia na boca”. (Provérbios 20:17)

    Comentário por LEANDRO SCHMAEDEKE — segunda-feira, 15 de setembro de 2008 @ 16:52:22

  2. Já olhamos qual a base do sistema americano em termos de administração financeira e humana?

    Sabemos há muito que não há sistema mais desumano. Sistema mais voltado ao lucro máximo a qualquer custo e que, hoje, certamente será repensado por eles, que ditam os caminhos do mundo.

    Quem nos garante que o sucesso nos dias de hoje não está em conflito com o modelo atual.
    Será que as cabeças continuam as mesmas ? Será que o mundo não quer mais humanidade ? Será que os valores de tempos atrás não produziram pessoas melhores ? Será que o grande momento da humanidade não está por vir, mas já veio e nós não percebemos ?
    Perguntas, perguntas, perguntas. Muitas existem, mas respostas também.
    A Dra. Léa nos abre um caminho importante e não podemos perdê-lo, pois mais cedo do que pensamos a visão humana das coisas vai prevalecer, basta que nós mesmos, que fomos tema do livro, escrevamos o nosso “QUEDA DE UM MODELO ECONÔMICO SELVAGEM”.
    Ary Taunay Filho

    Comentário por Ary Taunay — segunda-feira, 15 de setembro de 2008 @ 22:43:26

  3. Amigo Leandro,
    Primeiramente parabéns pelo trabalho com a Dra. Léa.
    Precisávamos urgentemente saber o que nos aconteceu e porque é também a visão macro de nossa luta. Pelo caminho que trilhamos até aqui, agora iluminado pelo trabalho da Dra. Léa, podemos ver como voltar. Não estamos mais tão perdidos.
    Fomos as “baixas aceitáveis” num processo de reformulação da estrutura financeira do Brasil, mas não quer dizer que estejam certos e nós errados e vice-versa, pois como a própria Dra. Léa diz, o sistema lidou com pessoas de carne e osso, portanto, na minha visão, com plena capacidade de reação, o que reforça nossa intenção de união parta o combate das injustiças que o sistema nos impôs.
    Se um determinado governo buscou esse caminho, até por interesses espúrios, em não concordando temos a total liberdade de associação, para mesmo à duras penas, reverter o quadro negativo.
    Importante aprendermos com o trabalho da Dra. Léa, que um fato ocorreu e foi obra de um governo posto lá pelo povo, foi a vontade de postulados da democracia, o que não impede uma nova postura, um novo modelo.
    Afinal quem pode afirmar que o modelo certo não é outro?
    Tomemos por exemplo o que ocorre agora no sistema bancário americano. Quebradeira geral advinda de onde? Certamente de um modelo imperfeito, cheio de falhas, que redundaram no caos financeiro de hoje.

    Comentário por Ary Taunay — segunda-feira, 15 de setembro de 2008 @ 22:45:02

  4. Leandro,
    Pergunto aos advogados, especialmente à colega Elaine, se em 1977 (ano de minha posse no Banco) a Constituição Federal já determinava que ninguém pode ser compelido a associar-se ou permanecer associado. Outra pergunta : Como já ficou provado que a adesão à Previ foi sim compulsória, é possível reabrir processos em que a setença foi baseada no argumento que a adesão seria facultativa?
    Ontem, preenchi a ficha de inscrição na ANDEBB, disponível no site do Marcelo, suponho ser a mesma para a qual o Ary sugeriu o nome e fez a bandeira. De toda a forma, estou disposta a lutar com todos os que querem o reconhecimento dos nossos direitos.
    Fiquei muito triste com a posição da Cecília Garcez quanto aos pedevistas quando ela disse : aderiram porque quiseram. Mas, por muito solidária que ela seja, se for, ela é porta voz da Previ. De minha parte nunca aceitei não ter direito sobre a cota patronal. Mesmo sabendo, o que nos foi falado pelos representantes da Previ e do BB, nunca deixei de pensar que haveria de chegar o momento desse assunto ser revisto. Pensamentos como o que a Cecília externou só nos faz lembar que precisamos continuar a luta conta “o poder que cresce sobre a pobreza e faz dos fracos riqueza”.

    Leandro, cadê os outros comentários.

    “Pois Ele mesmo (Cristo Jesus) é a nossa paz, que fez de dois povos um e destruiu a barreira, diividindo o muro da hostilidade. Efésios 2.14

    Comentário por Maria das Graças Faria Coelho — terça-feira, 16 de setembro de 2008 @ 10:10:13

  5. Colega e Amigo Ary Taunay,

    Certeza absoluta da importância do Livro da Dra. Léa Carvalho Rodrigues para relembrarmos tudo que aconteceu. Porque ela saiu do BB no quinto dia do PDV e iniciou seu trabalho, tese para o Programa de Doutorado em Ciências Sociais da Unicamp, onde obteve nota máxima e resultou neste maravilhoso livro. Se FHC lia “O Príncipe”, Maquiavel, cada Demitido do BB deveria ter como “livro de cabeceira” este “METÁFORAS DO BRASIL” da Dra. Léa. Porque ela esteve no “olho do furacão”, entrevistou diretores e altos funcionários do BB, das entidades sindicais e representantes dos funcionários, além de centenas de colegas pelo país afora, gravou seus relatos.

    Tenho este livro, estou relendo, posso dizer que revive o passado de modo claro e objetivo, e revela aspectos desconhecidos, mais cruéis, arbitrários e discriminatórios do que aqueles que cada um de nós conhece. E este não é um comercial para vender o livro, pena, edição esgotada, não tem mais à venda.

    A Dra. Léa trabalha na Universidade Federal do Ceará, na formação de Mestres e Doutores em Ciências Sociais, estive conversando com ela no último sábado. Me disse que embora todo o trabalho de entrevista, pesquisa e investigação, muitas informações lhe foram sonegadas, ou não existem. Por exemplo, não existe nenhum documento sobre a fase que antecedeu o PDV, planejamento, controle e organização. Só por isto, já duvidamos da lisura do programa, por que o sigilo e confidencialidade, a caixa-preta?

    “È melhor conseguir sabedoria do que ouro; é melhor ter conhecimento do que prata”. (Provérbios 16:16)

    Comentário por LEANDRO SCHMAEDEKE — terça-feira, 16 de setembro de 2008 @ 20:08:26

  6. Colega Maria das Graças,
    Respostas às tuas perguntas:
    NA CONSTITUIÇÃO DE 1967: ” Art. 150 - (…)
    § 2º - Ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei; § 28 - É garantida a liberdade de associação. Nenhuma associação poderá ser dissolvida, senão em virtude de decisão judicial.
    NO ESTATUTO DA PREVI - 1967:
    7) Estatuto em vigor a partir de 15 de abril de 1967, aprovados em Assembléias Gerais Extraordinárias realizadas em 17 de outubro de 1966 e 30 de março de 1967: “Artigo 64 – O Banco do Brasil S.A, exigirá, como condição do contrato de trabalho, o ingresso, na Caixa, de todos os empregados que admitir após a aprovação destes Estatutos.”
    NA CONSTITUIÇÃO DE 1988: Art. 5º: II - ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei; XX - ninguém poderá ser compelido a associar-se ou a permanecer associado; LIV - ninguém será privado da liberdade ou de seus bens sem o devido processo legal; Art. 7º (…) X - proteção do salário na forma da lei, constituindo crime sua retenção dolosa;
    NO DECRETO 81.240/78: Art 8º - É facultativa a adesão do empregado ao plano de benefícios instituído pelas entidades fechadas de previdência privada;
    NA CIC FUNCI: 6) CIC FUNCI 801, de 17.08.90, regulamento do Banco do Brasil,: “INGRESSO NO QUADRO DO BANCO – 2Admissão – 3 (…)DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA6. O candidato deve apresentar quando de sua posse: (…)Proposta de inscrição junto à PREVI - inclusive CAPEC – (…)7. - (…) o ingresso na CASSI e PREVI, inclusive CAPEC, é condição do contrato de trabalho.(…)”.
    PORTANTO, tanto o Regulamento da PREVI quanto o Contrato de Trabalho do BB são ilegais e inconstitucionais.

    Quanto à Colega Cecília, no seu papel de Diretora da PREVI, deve dizer o que disse, embora totalmente incorreta nos seus argumentos.
    Os demais comentários estão no Demitir para Roubar ou na sala de debates.

    Comentário por LEANDRO SCHMAEDEKE — terça-feira, 16 de setembro de 2008 @ 20:18:48

  7. Colega Maria das Graças,
    Complemento as respostas ao teu comentário, RESPONDI PARCIALMENTE tuas perguntas: Embora as provas apresentadas, de adesão obrigatória, salário indireto, demissão abusiva e apropriação indébita, o Judiciário ignorou tudo e não reconheceu nossos direitos; Numa justiça influenciada pelo poder econômico e político, não vale a pena ingressar com ações rescisórias; participo e apoio tudo e todos que reconhecem nossos direitos, inclusive os que APOIAM PARCIALMENTE, cito a Colega Cecília Garcez.
    Também fiquei preocupado com o que você descreveu: ” Fiquei muito triste com a posição da Cecília Garcez quanto aos pedevistas quando ela disse: ADERIRAM PORQUE QUISERAM”. Respondi que ela estaria TOTALMENTE INCORRETA.
    Acessei o blog da Cecília para debater esta declaração, mas percebi, com alívio, que você também ENTENDEU PARCIALMENTE o que ela disse: “Outro ponto que gostaria de comentar é que, apesar de ser solidária aos colegas que aderiram ao PDV, não posso deixar de registrar que as pessoas sabiam na época que o regulamento do plano não permitia a retirada da parte patronal e eu lembro que na época, eu mesma, tentei convencer vários colegas a não fazê-lo porque só poderiam resgatar a parte pessoal e as pessoas não davam nem ouvidos. É lógico que sei que muitos estavam desmotivados pela pressão feita pelo Banco, porém não podemos esquecer que todos sabiam que não receberiam a patronal. Não podemos agora dizer que a Previ tirou dinheiro dessas pessoas. Uma das mudanças no estatuto de 97 foi justamente esta, pois atualmente as pessoas quando resgatam seus recursos levam a parte patronal também”.
    Comentei as concordâncias e divergências de opinião da Diretora de Planejamento da PREVI e a Quase Demitida do BB, assim ela se declarou noutro comentário. Creio que ela irá publicar.

    “O que você diz pode salvar ou destruir uma vida, portanto use bem as suas palavras e você será recompensado” (Provérbios 18:21)

    Comentário por LEANDRO SCHMAEDEKE — quarta-feira, 17 de setembro de 2008 @ 15:04:13

  8. Leandro,
    Agradeço muito suas respostas. São pensamentos que me vêm à mente e é um alívio trocar idéias. Acessei o blog da Cecília posteriormente àquela resposta dela e fiquei muito feliz com o comentário da colega Kátia Sestrem, eu gostaria de ter tido a lucidez da colega Kátia.

    “Porque todos tropeçamos em muitas coisas. Se alguém não tropeça no falar, é homem perfeito, capaz de dominar também todo o corpo.” Tiago 3.2

    Comentário por Maria das Graças Faria Coelho — quinta-feira, 18 de setembro de 2008 @ 09:36:14

  9. Colegas Demitidos, Surrupiados, Tungados e Perseguidos Políticos,

    Tenho convidado vocês para contarem suas histórias no BLOG HISTÓRIAS DOS DEMITIDOS DO BB, criado exclusivamente para registro das histórias e depoimentos de amigos e familiares de demitidos falecidos ou desaparecidos. Tenho falado da importância desses depoimentos, porque comprovam nossas aflições e justificam nossas reivindicações. Por enquanto, temos registrada somente a minha história, o depoimento que fiz sobre o Colega Alexandre (falecido), a história do aposentado e quase demitido do BB Ivan, e mais quatro depoimentos e histórias de colegas que “catei” no BBlog do Romildo e outros.

    Agora, o Colega Ary Taunay me diz que o Senador Paulo Paim, PRESIDENTE DA COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS DO SENADO, quer comprovação, depoimentos, registros das arbitrariedades cometidas nas demissões, inclusive relatos e registros dos 28 suicídios informados nos PL’S. O Senador Paulo Paim quer as nossas histórias e depoimentos para levar ao conhecimento do Senado Federal.

    Contamos e nos comovemos lendo nossas histórias em vários blogs e orkuts, por paradoxal que isto possa parecer, precisamos reabrir nossas feridas, expor nossas verdades, contar nossas histórias para comprovarmos nossos direitos.

    Portanto, peço, juntem seus relatos, contem as suas histórias e as dos colegas que não podem mais contá-las, nome e matrícula no BB, enviem para meu e-mail schmaedk@terra.com.br ou para aritaunay@uol.com.br

    “O SENHOR DEUS detesta os mentirosos, porém ama os que dizem a verdade”. (Provérbios 12:22)

    Comentário por LEANDRO SCHMAEDEKE — quinta-feira, 18 de setembro de 2008 @ 12:44:14

  10. Em 1995, no primeiro PDV, cheguei a fazer o pedido de demissão, comprovo com a minha carteira de trabalho, e em prece pedi a Deus que me orientasse, se eu deveria pedir ou não. Num sonho que tive, ficou claro para que não pedisse e naqueles dias, o Betinho, sociólogo, que estava muito preocupado com a nossa situação, em conversa com o então presidente da república FHC, solicitou que, aqueles que estivessem arrependidos, que cancelassem suas solicitações e foi atendido. Como a pressão continuava, e sendo sabedor que a agencia que eu trabalhava, na época com apenas dois anos de existência, era candidata certa para fechar caso tivesse que fechar alguma das três próximas aqui em Salvador, especialmente na Graça, Barra, dois bairros próximos, e como a nossa agência da Graça tinha a menor quantidade de contas, perdendo feio para as Agencias da Barra e a Barra Avenida, mais antigas.
    Se a agencia viesse a fechar, competia ao funcionário procurar uma vaga em qualquer parte do território nacional e tínhamos notícias de que somente na agencia Centro São Paulo e no Mato Grosso do Sul tinha as tais vagas.(parte)

    Comentário por Othon Figueiredo Freitas — quinta-feira, 18 de setembro de 2008 @ 15:56:28

  11. continuação…
    Ora, como o banco não iria pagar transporte de mudança e as agencias não estavam querendo funcionários com mais tempo no Banco para não onerar e refletir negativamente nos balanços e como não queria ver desfeito o meu querido lar e como faltava pouco tempo para completar 30 anos de contribuição junto ao INSS, após fazer as contas, resolvi aderir ao PAQ em 31 de outubro de 1996.
    Quando faltava somente dez meses para requerer a aposentadoria, a Lei da previdência social foi aprovada em dezembro de 1998, e somente com a ajuda de parentes foi que em 2003 consegui me aposentar.
    Neste período, tive que vender todos os bens materiais que havia conseguido até aquela data e graças a Deus, estou vivendo.
    ( observo que ao escrever este relato, vieram lágrimas nos olhos e acredito que por este motivo é que eu ainda não havia feito )
    Othon Figueiredo Freitas.

    Comentário por othon f Freitas — quinta-feira, 18 de setembro de 2008 @ 15:57:49

  12. Caro Colega Othon,

    Obrigado por nos contar a tua história, perdoa-nos pelo sofrimento de rever tuas aflições, mas é por uma boa e importante causa. Tua história já está no HISTÓRIAS DOS DEMITIDOS DO BB, leia, corrija, adicione, como quiser, via e-mail. Faltou a matrícula no BB..

    Você lembrou, no seu relato, uma outra crueldade feita pelo governo FHC e seu rolo compressor, a Emenda Constitucional 020, que instituiu adicionais de tempo na aposentadoria por tempo de contribuição ( mais 20% na integral e 40% na proporcional) dificultando e impedindo as aposentadorias de muitos colegas demitidos. Se esta medida não tivesse atingido todos os trabalhadores brasileiros, poderíamos dizer que foi outra perseguição política de FHC. Considero, ele odiava os trabalhadores a quem chamava baderneiros e aos aposentados de vagabundos. Segundo suas próprias definições, podemos dizer que ele não foi baderneiro, não trabalhava, porém pelo vagabundo FHC pagávamos cara ajuda de custo, para que vivesse bem no “exílio” do Chile e da França.

    IMPORTANTE LEMBRAR que as privatizações (a do BB também) e demissões, as reformas previdenciária, tributária e administrativa implementadas por FHC eram exigências da banca internacional, seus apoiadores.

    Em 1999 instituíram o “fator previdenciário”, para diminuir os valores das aposentadorias, cuja extinção tem sido luta constante do Senador Paulo Paim. Agora, nossas histórias e reivindicações também serão motivo de luta do Senador.

    “Fale a favor daqueles que não podem se defender. Proteja o direito de todos os desamparados. Fale por eles e seja um juiz justo. Proteja os direitos dos pobres e dos necessitados. (Provérbios 31:8-9)

    Comentário por LEANDRO SCHMAEDEKE — quinta-feira, 18 de setembro de 2008 @ 18:18:12

  13. Copiado do site da PREVI e não estou gostando nada disso:

    Superávit: BB apresentará proposta em 2 de outubro
    Aconteceu nesta sexta, 19, na sede da PREVI, mais uma rodada de negociação para a utilização do superávit. Os participantes foram representados pela Comissão de Negociação, formada por diretores e conselheiros eleitos da PREVI e integrantes de sindicatos e associações dos funcionários da ativa e aposentados.

    Para subsidiar as negociações, o diretor de Seguridade da PREVI, José Ricardo Sasseron apresentou os cálculos envolvendo as propostas prioritárias definidas na última reunião: reajuste dos benefícios, com piso; aumento das pensões; e aumento do teto de contribuição.

    No encontro, foi discutido o impacto da crise econômica mundial nos valores dos ativos da PREVI. Face ao período de turbulência atual e a incerteza sobre os rumos da crise, as partes concordaram que devem ser cautelosas na negociação.

    O Banco do Brasil ficou de analisar melhor os números apurados e apresentar proposta na próxima reunião, agendada para 2 de outubro, em Brasília.

    Comentário por othon f freitas — sábado, 20 de setembro de 2008 @ 11:26:56

  14. colegas pedevistas,

    Também não estou gostando nada disso. Leiam comentários de Cecília Garcez datado de 20.09.2008

    Comentário por beatriz maria — domingo, 21 de setembro de 2008 @ 07:57:28

  15. O Banco dará a resposta final no dia 2 de outubro e se nós fizermos algum movimento antes para mostrar ao banco que estamos vivos seria melhor e é por isso a minha, nossa, pressa.
    Estou pensando em já na próxima quarta às 9 horas, preparar um cartaz com a carta que o Marcelo fez,peço permissão ao autor para divulgação e, em quatro folhas de papel A4, colar numa folha de duplex, e trajando roupa comum, camisa de manga comprida e gravata, com crachá com o cartão de apresentação da PREVI com o meu nome ficar na porta do Banco do Brasil Agencia Centro do Comercio.
    Espero encontrar algum colega por lá, caso contrário estarei sozinho.
    Pode apostar!
    Se alguém achar que estou maluco, é só ler a carta e verá que está faltando muito pouco.
    Se a polícia me prender, não será por roubo nem por desordem, pelo contrário o roubado sou eu.
    Alguém tem que dar o primeiro passo.
    “Uma marcha de mil milhas começa com o primeiro passo”

    Comentário por othon f freitas — domingo, 21 de setembro de 2008 @ 19:57:06

  16. Colegas,
    Por enquanto estamos fora da divisão do superávit da PREVI.
    Em conversa de fonte fidedigna tive esta informação “se depender das associações que representam os aposentados” nada teremos.
    Falei da intenção de promovermos movimentos em todo o Brasil e este confirmou que somente assim poderíamos ser ouvidos pelas autoridades do Banco, inclusive propôs que nos aproximássemos dos movimentos sindicais para reivindicações de aumento salariais e que na hora rejeitei a idéia uma vez que a nossa proposta é outra.

    Há muito tempo que eu estava com estas idéias em movimentar nas portas das grandes agências em todos os estados da Federação Brasileira e aguardava somente os resultados destas reuniões promovidas pela bem intencionada ANABB, na pessoa do Senhor Valmir Camilo, que por força estatutária não poderá fazer nada por nós, mesmo aos associados.

    Para este movimento não necessitamos de uma Associação como muitos pensam, assim como o MST, e sim necessitamos de vontade de ir à luta e divulgar ao mundo sobre como fomos lesados.

    Cheguei a pensar hoje que ficamos de fora tendo em vista o Banco aguardar os resultados dos PLs, e se tiver que admitir e depois aposentar, necessitaríamos de lastro na PREVI para tal.

    Quanto a fundação de nossa Associação, que acho importante que a tenhamos, só vejo uma oportunidade de surgimento, quando formos todos à Brasília a fim de apoiar ao projeto Lei 512/07.

    Precisamos sair do “virtual” e “cair na real”, ou seja, irmos às ruas bradar com barulho ordeiro. Se ficarmos somente trocando email,s não conseguiremos muita coisa a não ser o fortalecimento de nossa união. Precisamos “gritar pra todo mundo ouvir” e com certeza os ecos ressoarão também nos ouvidos dos dirigentes desta grande nação.
    Othon F Freitas

    Comentário por othon f freitas — domingo, 21 de setembro de 2008 @ 21:08:54

  17. Colega Othon,

    Concordo plenamente, se não houver uma ação enérgica de dimensão nacional, que dê divulgação e visibilidade ao nosso direito de reclamar e de lutar pela devolução de nossos capitais (caso de polícia), estaremos perdendo tempo e facilitando a subtração de parte de nosso patrimônio conquistado ao longo de anos de trabalho, através de uma divisão/apropriação injusta e ilegítima.

    Comentário por Joao Gonçalves Pacheco — segunda-feira, 22 de setembro de 2008 @ 08:33:48

  18. “… o superávit da Previ seria substancialmente reduzido e, depois de subtraída a reserva de contingência, restariam cerca de R$ 17 bilhões de reserva para revisão de plano.”- copiado do site da ANABB, hoje dia 22.09.08 Ainda existem 17 bilhões disponíveis e se não BOTARMOS A BOCA NO MUNDO, não veremos a cor deste dinheiro. Se o BB /PREVI pagar em média R$ 500.000,00 para cada um dos demitidos , dando 50% no ato e parcelando o restante em forma de renda certa durantre dez anos, a 30.000 funcionários o impacto seria de R$ 7.500.000.000,00 e o restanrte em prestações mensais de setenta e cinco milhões ou seja pagaria as prestações com os juros de 1% do nosso capital retido e ficaria livre de um grande problema. Dinheiro tem , falta somente boa vontade em devolver aos verdadeiros donos.othon

    Comentário por othon f freitas — segunda-feira, 22 de setembro de 2008 @ 09:15:29

  19. Amigo Leandro,
    Informei que estaria na porta da Ag. Centro do Comércio daqui de Salvador na próxima quarta feira, das 9 horas às 12h, ou seja amanhã, dia 24.09.08 e aproveito para marcar a outra na próxima quarta , dia 1º de outubro, portanto na véspera da reunião da PREVI. Na véspera é melhor para que eles comentem em assembléia no dia seguinte.
    Espero que daqui até lá, todos os estados se organizem e façam o mesmo.
    Ceará, Rio G. do Sul, Bahia,Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Espírito Santo, Goiás, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Acre, R.G. do Norte, e todos outros que puderem.
    ” Pedevistaunidojamaisserávencido”
    FeliZ 200 anos BB!
    e nós também
    .Othon.

    Comentário por othon f freitas — terça-feira, 23 de setembro de 2008 @ 10:40:44

  20. Estarei amanhã com um cartaz na porta da Ag. Centro do Comércio em Salvador, a partir das 9 horas até às 12, com um cartaz com o recado abaixo:

    MOVIMENTO NACIONAL DOS DEMITIDOS DO BANCO DO BRASIL S/A.

    Haverá uma distribuição de R$ 37.417.440.000,00 entre os funcionários e aposentados do BB,por parte da Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil, PREVI.

    Saibam que este valor foi gerado com a demissão de milhares de funcionários e a não DEVOLUÇÃO da parte patronal de cada trabalhador.

    18.967 colegas reconheceram este direito quando votaram favorável à devolução, conforme pesquisa da ANABB.

    Porém até agora estamos fora desta divisão.

    Por quê?
    ———————————————————————————
    já imprimir, ficou muito bem apresentado. Modestia à parte.

    Comentário por othon f freitas — terça-feira, 23 de setembro de 2008 @ 11:45:16

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