
No início, foi difícil desenvolver esta terrível tese, comparar as demissões do Banco do Brasil & Brasil ao Holocausto dos Judeus executado pelos nazistas, evidente que mantidas as devidas proporções de violência e mortandade.
Mas depois ficou possível entender e comprovar a semelhança nos métodos nazistas e negacionistas nas demissões abusivas e criminosas do Banco do Brasil & Brasil.
Escritores e publicações denunciaram o maquiavelismo:
“Na empresa Banco do Brasil, que pertence ao governo, o método utilizado na realização do ajuste foi o mais truculento possível, onde o ser humano foi colocado em segundo plano (Reestruturação e o Fim… - Francisco F. Alexandre - Diretor da PREVI);
“Os meios de comunicação sempre martelaram a tecla de um suposto número excessivo de funcionários, tanto na máquina do governo como nas estatais - agravado, ainda, pela existência de “marajás” e salários altíssimos “… (Aloysio Biondi - Brasil Privatizado);
“Roberto Marinho, Victor Civita, Octavio Frias Filho, Ruy Mesquita, Bóris Casoy, Jô Soares, Alberto Dines, Lilian Witte Fibe, Marilia Gabriela, Ferreira Neto e Paulo Francis são alguns dos nomes que fizeram a trajetória de Collor nos meios de comunicação, desde a construção da imagem do “caçador de marajás” ao afastamento do presidente acusado de corrupção… (Jornalista Mário Sérgio Conti).
“Relembrem ainda que tudo isso, na época, foi um preparativo para abrir caminho para as privatizações; e conseguiram seus intentos. Todos os trabalhadores públicos e das estatais, até os mais modestos, carregam até hoje a pecha de “marajás”. Estas injúrias abriram caminho para a maior entrega de uma nação ao capital estrangeiro de que a história da humanidade tem notícias” (Observatório de Imprensa).
“DRH030 - Enquanto se tratava apenas de um programa de demissões voluntárias, era problema de cada um. Só que com os cortes, o programa tende a virar uma carnificina” (Boletim GAREF do BB n.º205, 03/07/95);
“A desmoralização do Banco do Brasil perante a opinião pública foi uma das “operações de manipulação” mais maquiavelicamente montadas pelo governo FHC” (Aloysio Biondi - Brasil Privatizado);
“O governo, ele ilhou tanto determinados setores do movimento sindical e trabalhou para isso, por exemplo, no caso do servidor público, (aí vem do Collor)… que é marajá, que é isto, que é aquilo outro, que funcionário do Banco do Brasil é marajá (Érica Kokai)
“Nós desenvolvemos o trabalho no maior sigilo, naquela outra sala de reunião. Aonde você ia tinha gente. Foi tudo fechado ali… E aí, como a gente já tinha se preparado, já sabia o que ia acontecer, tudo, o nosso jurídico estava ali “full time”, um grupo de advogados e todo mundo… para atuar. Foi muito interessante como experiência do projeto, apesar de doloroso, todos nós somos do banco, mas, realmente não aconteceu nada diferente do que estava previsto. Conseguimos dessa vez prever tudo” (Dra. Léa - Metáforas - entrevistas com executivos do BB participantes da arquitetura social do PDV);
“Seríamos incompetentes se não tivéssemos nos preparado” (Hugo Dantas - Diretor do Banco do Brasil);
“O projeto de preparar o Banco do Brasil para a privatização, segundo Calliari, vinha sendo conduzido desde o Governo José Sarney, quando Mailson da Nóbrega foi ministro da Fazenda” (Dra. Léa - Metáforas do Brasil);
“Contudo, o mais importante é entender que esse processo de mudanças no Banco do Brasil, que se iniciou em 1990 e se firmou a partir de 1995, como parte intrínseca das políticas econômicas de cunho neoliberal iniciadas no governo de Fernando Collor de Mello e sedimentadas no governo de Fernando Henrique Cardoso (Dra. Léa - Metáforas do Brasil);
“Em 2007, depois de privatizar o BEC e o BEM e ainda manter na navalha o BESC e o BEP, o governo Lula segue com uma ofensiva ainda maior que a de FHC. Com seu pacotaço privatizante, vem atacando sorrateiramente a categoria desde seu primeiro mandato, através de seus gerentes no BB e sob a ação complacente e criminosa da quadrilha governista da CUT. Agora, o governo Lula resolve promover o mais profundo ataque já sofrido pelos funcionários do BB. Nem FHC ousou tanto. Lula prova que é o melhor gerente para o mercado financeiro” (Oposição Bancária).
Portanto, várias declarações de planejamento maquiavélico nas demissões do BB & Brasil desde 1990 até hoje. Mas os mentores e executores das demissões consideram-nas “legais e legítimas”, nenhum as confessou como maquiavélicas ou com métodos nazistas.
Nenhum confessou, no entanto, numa repulsiva onda que polui nossa terra de uns tempos para cá, os maquiavélicos denunciaram pretensa propaganda nazista contra eles mesmo, seriam “vítimas” dos “neo-goebbels”.
Na mentira repetida, talvez quisessem mostrar o quanto sabem sobre métodos maquiavélicos e nazistas, até para satisfação dos egos psicopatas, pois esses, mesmo projetando ou inconscientemente, precisam divulgar seus feitos.
Os mentores e executores das demissões denunciaram seus próprios métodos:
Sarney diz sofrer “campanha nazista”: O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), discursou no plenário da Casa para fazer duras críticas à imprensa e ao que chamou de “campanha nazista” contra a sua permanência no cargo. A reação foi contra a denúncia, publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo, de que dois apartamentos usados por sua família no bairro dos Jardins, em São Paulo, teriam sido adquiridos e registrados em nome da empreiteira Aracati. Em sua defesa, Sarney afirmou sofrer uma campanha nazista contra sua permanência no cargo: “O jornal vem se empenhando numa campanha sistemática contra mim, adotando uma prática nazista, que era aquela que eles adotavam de acabar com as pessoas, denegrirem a sua honra, a sua dignidade, até com os judeus levarem à câmera de gás. Felizmente no Brasil não temos câmera de gás”.
Um discurso do senador Pedro Simon ressuscitou o Fernando Collor quando presidente. O brilho da cólera no olhar, a mesma gesticulação de pugilista ansioso pelo nocaute, a voz de tenor sempre à beira do som da fúria, a arrogância congênita, o permanente desentendimento entre sujeito e predicado ─ lá estava, em sua abjeta inteireza, o Collor Collorido do século passado. Collor fez uma extensa defesa à permanência de Sarney na presidência do Senado. De acordo com ele, ninguém tem tanta experiência quanto o peemedebista para ocupar o cargo. Ele comparou Sarney a Getúlio Vargas e pediu que resistisse no cargo. Durante o pronunciamento, Collor ainda aproveitou para fazer uma pequena defesa de seu período à frente da presidência da República. Ele alegou nem sempre a “voz das ruas deve ser ouvida” e citou a experiência alemã sob o comando de Hitler, que instituiu uma espécie de juízes populares, levando à condenação de judeus a partir da pressão da opinião pública. “Com os caras-pintadas muitos ficaram inebriados. Com isso sofri muitas injustiças”, disse.
FHC diz que Lula é um “fanfarrão” e que PT usa técnica nazista. O ex-presidente lembrou as duas eleições em que bateu Lula, dizendo que ele e o PT sempre agiram da mesma forma. Fernando Henrique usou um argumento recorrente entre apoiadores de Alckmin, de que os petistas usam de técnicas nazistas de propaganda, repetindo mentiras até que virem verdade. A tática é atribuída ao ministro da Propaganda nazista Joseph Göebbels. “Não se cansam de repetir mentiras, na velha técnica nazista de mente, mente, mente que pega. E pega mesmo, porque [Adolf] Hitler foi eleito. E depois?”, comentou o ex-presidente.
Lula comparou postura do PSDB a de Hitler, quando criticou a intenção do PSDB de mobilizar milhares de partidários em uma região pobre do Nordeste para fortalecer a oposição ao governo. Durante o discurso, Lula comparou essa postura a de Hitler, que dizia aos alemães que perseguissem os judeus e treinava o povo para a sobrevivência. Dona Dilma disse: “Os que vão fazer o Brasil avançar não serão aqueles que nos imobilizaram num modelo neoliberal por tantos anos. As forças do passado mais uma vez tentam se organizar e, para isso, usam velhas e surradas táticas. Tentam ser astutos ao tentar fragmentar a base aliada do governo Lula, são patéticos ao tentar confundir as pessoas, dizer que nossos modelos são parecidos, que nossa política econômica é a mesma”.
Pra completar a onda de denúncias de suposto nazismo, uma internacional:
Citação de Amorim referindo Goebbels causa mal-estar diplomático na reunião da OM. Durante uma entrevista coletiva à imprensa concedida na sede da Organização Mundial de Comércio, em Genebra, o ministro brasileiro Celso Amorim afirmou que “Goebbels sempre dizia que quando se repete uma mentira muitas vezes, ela se torna verdade”.
A declaração do ministro brasileiro sugerindo que os EUA e a Europa se portam como nazistas em termos comerciais é preocupante, inaceitável. A primeira reação à imprudente declaração foi a da representante comercial dos Estados Unidos, Susan Schwab, judia e descendente de sobreviventes do Holocausto, que afirmou: “para alguém que é ministro de Relações Exteriores, ele deveria estar mais atento para alguns pontos sensíveis”.
Depois de dizer que Estados Unidos e Europa usam métodos nazistas nas negociações, Celso Amorim, ministro das Relações Exteriores apressou-se a pedir desculpas. A situação estava ficando pesada. O governo dos Estados Unidos afirmou que os comentários eram “baixos” e iam “além de qualquer imaginação”.
A representante de Comércio da Casa Branca, Susan Schwab, é filha de sobreviventes do Holocausto. Segundo seus assessores, ela ficou surpreendida com o ataque: “Sempre mostramos respeito ao Brasil, ao ministro Celso Amorim e ao presidente Luís Inácio Lula da Silva”.
Neste imbróglio o Ministro Amorim deve ter aprendido outra frase, talvez “goebellsiana”: “Jamais diga uma mentira que não possa provar.”
Nesta hipótese absurda, do Ministro Amorim comparar uma questão comercial com o Holocausto, tem toda a razão a Dra. Susan Schwab em puxar, até arrancar as orelhas do ministro das Relações Exteriores do Governo Lula.
Porém, na forma como se demonstra e comprova nos expostos acima e a seguir, as demissões do Banco do Brasil & Brasil foram uma barbárie, em pequena escala, mas semelhante ao Holocausto dos Judeus nos métodos e resultados macabros, saques, doenças, mortes e destruição de famílias.
Mentirosos de ofício, frases e palavras-chave dos presidentes:
Sarney “Acho que mereço ficar os seis anos”; “Iniciamos uma guerra de vida ou morte contra a inflação”; “A conta-movimento do BB gera inflação”;
Collor “Marajás, inoperantes, privilegiados”; “Não me deixem só”; “Eu tenho aquilo roxo”; “Duela a quien duela”; “A poupança é sagrada”; “Vou derrubar a inflação com um único tiro”; “O STF não me acusou”;
FHC “Esqueça tudo o que escrevi”; “Eu nunca fui ateu”; “São uns ignorantes”; “Neobobos”; “Fracassomaníacos”; “São vagabundos”; “São baderneiros”; “Sem reestruturação (demissões), o BB vai à falência”; “Quem paga isso é o povo. Dizem que é o Tesouro. O Tesouro é uma abstração”; “Eu não tenho o direito de deixar que o povo pague porque o Banco do Brasil está inchado ou porque tem este déficit”, “Não permitirei manifestações dos funcionários das estatais contra as reformas, a punição será a demissão sumária”;
Lula “Vocês não vão me ver dizendo esqueçam o que falei”; “Carta aos Brasileiros”; “Eu não sabia”; “Eu sou filho de uma mulher que nasceu analfabeta”; “Eu estou presidente. Mas sou mesmo é dirigente sindical”; “Primeiro nós vamos fazer o necessário, depois nós vamos fazer o possível, e quando nós menos esperarmos, vamos fazer o impossível”; “Se Jesus Cristo viesse para cá, e Judas tivesse a votação num partido qualquer, Jesus teria de chamar Judas para fazer coalizão”; “Nunca me senti incomodado. Nunca fiz concessão política. Faço acordo”; “Fui contaminado pelo vírus da paz”.





As palavras-chave e frases de efeito dos presidentes, na sua maioria leitores (ou ouvinte das histórias) de Maquiavel, nele e no sombrio Goebbels se inspiraram.

As palavras-chave e frases de efeito dos presidentes são contaminadas e mal-inspiradas em Goebbels (admirava Maquiavel), na sua máxima:
“De tanto se repetir uma mentira, ela acaba se transformando em verdade”.
O Dr. Josef Goebbels era ministro, mestre da propaganda nazista, do Reich. Sua atuação durante o governo de Hitler ficou célebre por personificar a essência do poder da informação e mostrar ao mundo o enorme potencial que ela possui.
Ao convencer os alemães de que seguir Hitler era a sua única opção e o melhor a ser feito, Goebbels conseguiu inseminar na mente do povo alemão o ódio aos judeus e esconder, deste mesmo povo e de muitos países aliados, os horrores dos campos de extermínio.
Antes de tudo começar, convenceu todas as nações européias que Hitler jamais declararia uma guerra em grande escala na Europa. Goebbels mostrou que os meios de comunicação, quando controlados pelo poder do Estado de forma ampla e sistemática, podem servir a qualquer objetivo e terem o poder para subjugar mentes e corações onde quer que se deseje.
Sua citação acima demonstra muito bem como agem os políticos e alguns governos quando têm um objetivo a alcançar. Lançam mentiras nos meios de comunicação de forma insistente e constante. Alguns governos e políticos elevam esse trabalho a um verdadeiro “estado da arte” e fazem da propaganda a verdadeira responsável por suas vitórias seja numa guerra ou em qualquer crise.
1. SIMPLIFICAÇÃO OU DO INIMIGO ÚNICO. Adotar uma única idéia, um único símbolo. Individualizar o adversário em um único inimigo.
2. MÉTODO DO CONTÁGIO. Reunir diversos adversários em uma só categoria, em uma soma individualizada.
3. TRANSPOSIÇÃO. Carregar sobre os adversários seus próprios erros e defeitos, respondendo ataque com ataque. Se não podes negar as más notícias, invente outras que as distraiam.
4. EXAGERAR E DESFIGURAR. Converter qualquer história, por menor que seja, em ameaça grave.
5. VULGARIZAÇÃO. Toda propaganda deve ser popular, adaptando seu nível ao menos instruído dos indivíduos aos quais se dirija. Quanto maior a massa a convencer, menor o esforço mental a realizar. A capacidade receptiva das massas é limitada, sua compreensão escassa e tem grande facilidade para esquecer.
6. ORQUESTRAÇÃO. A propaganda deve limitar-se a um número pequeno de idéias e repeti-las incansavelmente, apresentando-as uma e outra vez, de diferentes perspectivas, mas sempre convergindo para o mesmo conceito, sem fissuras nem dúvidas.
7. RENOVAÇÃO. Emitir sempre, informações e argumentos novos a um ritmo tal que quando o adversário responda o público já esteja interessado em outra coisa.
8. VEROSSIMILHANÇA. Construir argumentos a partir de fontes diversas, através de informações fragmentárias.
9. SILENCIAÇÃO. Encobrir as questões sobre as quais não tenha argumentos e dissimular as notícias que favorecem o adversário, contra programando com a ajuda dos meios de comunicação afins.
10. TRANSFUSÃO. A propaganda sempre opera a partir de um substrato preexistente, seja uma mitologia nacional, ou um complexo de ódios e preconceitos tradicionais. Trate de difundir argumentos que possam arraigar-se em atitudes primitivas.
11. UNANIMIDADE. Convencer a muita gente de que pensa “como todo mundo”, criando uma (falsa) impressão de unanimidade.
Esses métodos nazistas foram utilizados nas demissões abusivas e criminosas do Banco do Brasil & Brasil, desde 1990 até hoje:
Goebbels dizia que um partido deve lutar sempre contra um inimigo. Hitler afirmou: “Se o judeu não existisse, seria preciso inventá-lo”. Pois as multidões necessitam de um bode expiatório para nele descarregarem suas frustrações, culpar alguém como responsável pela miséria, como um escape à realidade.
Em 1986, quando o Sarney tirou a conta movimento do BB (seria inflacionária, tirou do BB, mas a inflação continuou), desde a perda da conta movimento o BB não tinha mais como integralizar as reservas de mais de 40.000 funcionários PRÉ-67 (antes da PREVI), cuja estabilidade e aposentadoria foram asseguradas, em 1947, pelo Banco do Brasil & Brasil (União - Tesouro Nacional, acionista majoritário do BB).
Em 1988 o ministro da Fazenda Maílson da Nóbrega iniciou campanha contra os funcionários do BB, mostrou seu espelho, seus rendimentos de PRÉ-67 (salário três vezes maior do que os dos PÓS-67), disse que os funcionários do BB ganhavam demais, em resumo o Maílson foi dizer pra Veja e pra sociedade o quanto ganhava, injustamente, pois qualquer centavo pago a tal sujeito foi indevido, mal pago e pessimamente aplicado pelo BB e pelo Tesouro Nacional.
A campanha de 1989, da “caça aos marajás”, foi suja e empolgante. O caçador de marajás denegriu tudo e todos ao vender a sua “santidade” com um verbo fácil. Se aos pobres, “descamisados” ele capturou com a mensagem primitiva, aos ricos ele ofereceu liquidar com todos os controles econômicos, liberar os mercados, acabar com o protecionismo, privatizar tudo, desburocratizar e reduzir à metade o funcionalismo público e liquidar a inflação com uma bala de prata! O resultado é muito conhecido para ser relembrado. A “abertura” econômica atabalhoada produziu alguns resultados, mas no conjunto tratou-se de uma administração desastrosa. No final, os verdadeiros “marajás” se deram tão bem que continuam em circulação.
Na primeira fase, planejamento e propaganda nazista, escolha do inimigo único, escolheram os funcionários públicos e das estatais como responsáveis pela crise econômica e política do Brasil, a propaganda comandada pelo comunicador Collor e sociólogo FHC, com auxílio da mídia, propaganda paga na rede “Gloebels” e revista “Veja Heil FHC” (ainda hoje a Veja é pró-FHC), com injúrias, calúnias e difamações inconstitucionais (marajás, inoperantes, privilegiados, vagabundos, baderneiros).

Equipes econômicas, presidentes do Brasil & Banco do Brasil influenciaram, mentiram, repetiram, fizeram o povo brasileiro odiar aos funcionários do BB, e ELEGERAM (elegíveis, pior, eleitos pelo BB) os funcionários públicos e das estatais responsáveis por tudo de ruim que acontecia no país. A “meta” fatal de Collor, 360.000 “neo judeus”, pois esses brasileiros seriam os responsáveis pela crise econômica e política do país, que deveriam ser demitidos e/ou excluídos da sociedade, assim Collor atingiu 110.000 funcionários, 6.420 demitidos do BB, muitos morreram.
Contrataram empresas com notório saber em demissões, inventaram um suposto programa de demissões voluntárias (PDV, PDI, PAQ), com um golpista incentivo financeiro, uma farsa que se tornou modelo para outras empresas no Brasil e no mundo, porque a mesma mídia paga divulgou o pretenso sucesso dos demitidos. Mas a grande maioria das demissões do BB foram sumárias, coações, injunções, compulsórias. A política salarial no BB foi de achatamento, ao mesmo tempo abriram as torneiras do crédito barato (juros especiais) aos funcionários, depois elevaram as taxas de juros, assim fabricaram dívidas impagáveis pelos empregados, porque passaram a cobrar tudo de uma vez só, 60 dias para pagar, ou demissão sumária.
Conseqüências da fraude, se o Decreto 81240/78 não fosse fraudado, a qualquer momento o participante poderia sair da PREVI, sem sair do BB, e receberia cinqüenta por cento das contribuições vertidas, pessoais e patronais. É claro que se alguém tivesse ameaçado de perder o emprego por conta de dívidas (milhares foram ameaçados de demissão por justa causa, muitos foram demitidos assim), sairia “voluntária e antecipadamente da PREVI, sem a cessação do contrato de trabalho”.
Estava disposto no decreto original que perderiam parte da previdência complementar, mas não perderiam o emprego, a vida. Previdência complementar poderiam fazer outra, tantas havia para fazer, futuros estelionatos, podem anotar, é só findar o período contributivo e ingressar na fase de pagamento de benefícios, muito dinheiro vai sumir.
Portanto, além de tranca de ferro, pois impediu a saída voluntária e antecipada do plano de benefícios, depois a fraude foi porta arrombada para as demissões para apropriação indébita de aposentadorias, enxugamento e matança.
A “meta” de FHC para a demissão de funcionários do BB foi 40.000 demitidos, porque a PREVI, com as aposentadorias roubadas dos demitidos, tinha que assumir as aposentadorias de 40.000 aposentados do BB, assim FHC demitiu 43.000 funcionários do BB, e centenas de milhares de funcionários públicos e de estatais. FHC demitiu 127.000 funcionários públicos e mais de 100.000 das estatais federais. Além disso, os governadores demitiram mais de 200.000 funcionários das estatais estaduais, bancos, elétricas, telefônicas, etc. Portanto, nesta contabilidade macabra, o total superou em muito as metas fixadas pelo Collor. Não foi à toa que o país atingiu onze milhões de desempregados em 2001, pela bola de neve montanha abaixo as empresas privadas também demitiram, reengenharia e outras bostas mais.
Transformaram a barbárie, as demissões abusivas, criminosas e lucrativas do BB, o aniquilamento de uma geração de trabalhadores, numa pretensa cruzada patriótica, os patriotas salvariam o Brasil, os engenheiros sociais salvariam o BB.
Na fase de execução, retiraram empregos para saquear aposentadorias, separaram, destruíram famílias, induziram ao suicídio, à depressão, às doenças decorrentes da depressão e baixa auto-estima, às mortes e ao mesmo tempo se apoderaram e continuam se apoderando de emprego, aposentadoria, seguro, saúde, moradia. Saquearam e saqueiam todos os bens materiais, depois deixam o tempo e as doenças matarem-nos aos milhares, previsto que isto ocorreria pelos sociólogos, psicólogos e antropólogos de plantão, mentores e executores da barbárie.
A primeira eleição de Fernando Henrique Cardoso foi tranqüila e apoiada no sofisticado Plano Real, o único plano que confiscou, roubou, achatou salários de aposentadorias de demitidos e de aposentados.
Lula perdeu eleições pra Collor e FHC, apresentava-se à população como ético, entendedor dos problemas dos trabalhadores, notadamente por sua história no movimento sindical, contra os banqueiros e grandes empresários. Foi eleito pelos bancários, depois de se tornar amigo do “China”, mas o álcool deve ter consumido esta memória, pois apresentou sua rendição ao capital na Carta aos Brasileiros, depois se tornou amigo de todos os pretensos inimigos de outrora, descobriu-se que sua campanha também foi financiada por banqueiros e empreiteiros.
As lideranças sindicais da época, muitos bancários que não foram demitidos por causa da imunidade sindical e/ou parlamentar, hoje formam a cúpula do partido dos traidores do governo Lula, presidem e dirigem as estatais e os fundos de pensão.
A “meta” de Lula para a demissão de funcionários do BB foi 7.000 demitidos, ainda não se tem os números de demissões abusivas e criminosas do “Banco do Lula”.
Métodos negacionistas nas demissões abusivas e criminosas do Banco do Brasil & Brasil:
Vivemos um tempo em que a agressão é reiterada e a História, manipulada. Um grande exemplo disso é o negacionismo do Holocausto.
Entre os iranianos e palestinos, e em movimentos pró-palestinos, o negacionismo é comum, uma tentativa de apagar a memória, com o reiterado desrespeito à memória e à dignidade humanas, e de jogar a História na lata do lixo, manipulando “aquilo que aconteceu”, o fenômeno histórico da discriminação, exclusão sócio-econômica, expropriação, da perseguição, tortura e extermínio de seis milhões de judeus entre 1933 e 1945 pelo regime nazista na Alemanha e Europa ocupada.
De novo se configura a semelhança do Holocausto, em pequena escala, com a barbárie das demissões abusivas e criminosas do BB & Brasil, discriminação, perseguição política, exclusão sócio-econômica, tortura psicológica, expropriação, indução ao suicídio, morte e destruição de famílias de mais de 50.000 demitidos do BB desde 1990 até hoje.
Na fase do negacionismo tupiniquim, BB, PREVI, GOVERNO LULA, PARTIDO DOS TRAIDORES, JUDICIÁRIO, LEGISLATIVO, MÍDIA, todos negam, se omitem ou dizem que nada ou muito pouco aconteceu.
A denúncia da fraude no Decreto 81240/78 e das demissões abusivas e criminosas foram levadas ao Procurador-Geral da República, ao Ministro-presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), aos senadores e deputados do Congresso Nacional, à Comissão de Previdência e à Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, porém nenhuma providência, todos se quedaram inertes, omissos, cúmplices, negacionistas.





Ao partido dos traíras, lideranças sindicais e governantes do PT, nem seria necessário denunciar, pois sabem de tudo o que aconteceu, só não foram vítimas porque protegeram seus rabos sob os tapetes da imunidade parlamentar e sindical, mas esses eleitos parlamentares e governantes pelos demitidos do BB negam tudo, “nada aconteceu” dizem Berzoine, Pimentel, Sasseron, Sérgio Rosa e outros tantos traidores e negacionistas.
O Presidente Lula, representante dos trabalhadores eleito pelos Demitidos do BB e aposentados, mudou como que do vinho para água (ou cachaça, ou champanhe?), mudou tanto que recentemente foi premiado pelos banqueiros e empresários internacionais do Fórum Econômico de Davos. Uma oportuna (oportunista?) hipertensão arterial impediu-o de ir a Davos receber sua premiação por relevantes serviços prestados aos ricos do mundo, mas o Ministro Amorim foi lá buscar o mimo.
A denúncia da fraude no Decreto-81240/78 foi levada ao Presidente Lula através de ofícios, ABRAPREV (20/01/2010) e ANDEBB (12/04/2010), pedindo a nulidade retificação fraudulenta ao decreto e providências para indenização dos prejuízos, nenhum até hoje foi respondido.
Conclusões conclusivas sobre nazismo e negacionismo nas demissões abusivas, criminosas, lucrativas e cíclicas do Banco do Brasil & Brasil:
No judiciário brasileiro, justiça do trabalho e justiça comum, ao longo dos anos e com insistentes petições e denúncias, somente recebemos sentenças humilhantes, tergiversadoras, estúpidas, corruptas, negacionistas.
Denúncias acerca das demissões abusivas e criminosas do BB & Brasil têm sido encaminhadas ao Presidente Lula desde 2008, nada respondeu, tergiversou, negou o acontecido, presidente negacionista.
O Lula é amigo do Ahmadinejad do Irã, um contumaz violador dos direitos humanos no seu país, e também um negacionista, revisionista do Holocausto dos Judeus. O Lula também é amigo do Chávez (Venezuela) e dos irmãos Castro (Cuba), todos violadores dos direitos humanos e inimigos da democracia. Enfim, esta turma de amigos do Lula tem em comum violações aos direitos humanos e autoritarismo, Lula é um deles, não respeita direitos humanos e também tem sido ahmadinejadista, negacionista dos direitos dos Demitidos do BB.

A candidata do PT e Lula nas eleições presidenciais, ex-ministra da Casa Civil Dilma Roussef, segundo dizem teria sido guerrilheira, terrorista, seqüestradora, assaltante de bancos, talvez não tenha entendido como pacatos cidadãos e dedicados trabalhadores pudessem ter sido demitidos e roubados pelo BB & B, por isso os ofícios encaminhados à Casa Civil não tiveram resposta, candidata negacionista, se eleita já sabe das devidas cobranças de dignidade e justiça que virão.
O candidato do PSDB e FHC nas eleições presidenciais, ex-governador de São Paulo José Serra, foi ministro do Planejamento de FHC, por ministério deve ter planejado os detalhes sórdidos das demissões abusivas e criminosas do BB & B e neste contexto foi mentor e executor, por isso não carece ser informado do que aconteceu, candidato nazista e negacionista, se eleito já sabe das devidas cobranças de dignidade e justiça que virão.
Ao PMDB, sempre coadjuvante e cúmplice de todos os governos, nada a declarar, porque também sabem de tudo, participaram de tudo que aconteceu.
O mais importante e estarrecedor, os beneficiários de todos os recursos da PREVI, participantes e assistidos já reconheceram o direito dos demitidos do BB desde 1990 até hoje ao “resgate da totalidade das contribuições vertidas pela patrocinadora e participante do plano de benefícios 1 da PREVI”. Porém, se antes FHC e seu partido (tesoureiro de campanha) usavam e abusavam deste dinheiro que diziam “público”, agora o governo Lula considera esses recursos privados como se fossem do partido dos traidores, usa e abusa deste dinheiro até para fazer filme do filho do Brasil enganado, e por isso também negam o reconhecimento dos direitos reconhecidos, traíras negacionistas.
Denúncia acerca das demissões abusivas e criminosas do BB & Brasil, contra o Estado Brasileiro foi encaminhada à CIDH e toda a formação de quadrilha, todo o poder público, executivo, legislativo e judiciário, BB e PREVI, foram denunciados.

Inclusive a CDHM da Câmara foi denunciada por inércia e omissão (em 1995 - indução ao suicídio - e em 2009 - fraude no decreto), não cumprimento do dever público, parlamentares negacionistas.
Mas há que se ingressar na campanha das eleições, com e-mails, cartas, denúncias, invasões, camisas e cartazes mostrar a verdade ao Brasil e ao mundo. Lutar contra todos esses filhos das trevas e instituições corruptas, entidades relapsas e carcomidas, vamos lutar até reconhecerem e indenizarem os direitos, de reintegração, restituição, reabilitação de tudo que foi e tem sido roubado dos Demitidos do BB, emprego, aposentadoria, saúde, seguro, moradia, inclusive as devidas indenizações, pensões às famílias dos falecidos, assassinados.

“Um governo continuará no poder enquanto for humano justo e honesto”
(Provérbios 20.28)